MESTRES DA FOTOGRAIFA – CECIL BEATON

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Em 1929 Beaton estava em vias de realizar os seus sonhos de fama, êxito e fotografar mulheres bonitas. Capa Revista Vogue, setembro 1964

Deram-lhe a oportunidade de trabalhar para a revista norte-americana Vogue e, em novembro daquele ano, partiu para Nova York.

Após uns começos desencorajadores, começaram a parecer nas páginas da revista os sues retratos de celebridades como Fred Astaire e Gertrude Lawrence, e a seguir foi contratado.

Durante os anos seguintes Beaton desempenhou o papel de fotografo da corte entre a “gente da alta sociedade”. Trabalhou em Hollywood, onde conheceu Greta Garbo, o grande amor da sua vida, e passou a viajar sempre que podia e fosse para onde fosse.

Quando consegui sair dos limites do estúdio, Beaton trabalhava de um modo mais instintivo, escolhendo temas menos usuais e, por vezes, surrealistas. Em 1937 deslocou-se a França para fotografar Eduardo VIII e a senhora Simpson no dia do seu casamento, e dois anos depois pediram-lhe que fotografasse a rainha Isabel, casada com Jorge VI. Continuou depois a ser o retratista favorito da família real inglesa.

Finalmente Beaton foi obrigado a empregar uma câmera mais incomoda e pesada, para 20 cm x 25 cm, que o forçava a trabalhar mais refletidamente, mas com maior visibilidade. Nestas condições podia ver exatamente como ficava a fotografia no vidro despolido, sendo muito mais fáceis as correções na composição e na perspectiva. Deste modo, Beaton pode fazer fotografias menos organizadas e menos produto do acaso.

A Segunda Guerra Mundial terminou com o mundo que Beaton e os seus amigos tinham construído. Em 1940, após seis semanas a satisfazer compromissos comerciais em Nova York, Beaton regressou a Inglaterra onde foi nomeado fotografo do Ministério da Informação.

Recebeu instruções para fotografar Londres durante os bombardeamentos, como propaganda na Grã-Bretenha e no estrangeiro. Durante a guerra fotografou também operações militares na Inglaterra, no Egito e no Extremo Oriente.

Depois da guerra, Beaton voltou à fotografia comercial para se manter. Começou trabalhar para a Vogue, em 1946, produziu um conjunto de fotografias de moda, intitulado “A Nova Realidade”, que nada tinha de realista, com modelos elegantes em tarefas mundanas.

Apesar do êxito destas fotografias, Beaton descobriu alguns anos depois, que ele e a sua obra tinham passado de moda. Voltou ao seu primeiro amor, o teatro, e foi premiado pelos cenários e vestuários em filmes como Gigi e My Fair Lady.

Nas décadas de 60 e 70 Beaton juntou-se de novo à juventude e dinamismo, fotografando amigos como a estrela do pop Mick Jagger e o artista David Hockney. Uma vez por outra realizava trabalhos comerciais, até sofrer um ataque cardiaco que o incapacitou, em 1974.

Recuperou parcialmente e voltou a trabalhar. Pouco antes de falecer, 1979, estava em Paris  fotografando as coleções para a Vogue francesa.

Aproveite para rever mais sobre os Mestres da Fotografia nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

Sobre o autor

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