LUMINOSIDADE DA IMAGEM

em História da Fotografia.

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Antes do nascimento da fotografia, as lentes eram utilizadas para projetar imagens sobre papel, que eram contornadas à mão

A luminosidade da imagem relativamente pouca importância,
desde que os olhos pudessem discernir cada pormenor.

Ao contrário, a fotografia é um processo digital que requer
controle absoluto da luminosidade da imagem. O fotômetro nos indica a
luminosidade do objeto, mas o mesmo objeto pode formar uma imagem com maior ou
menor luminosidade, de acordo com diferentes objetivas.

Para um mesmo assunto, a luminosidade da imagem produzida por uma determinada objetiva depende de dois fatores principais:

  1. Diâmetro do feixe luminoso que entra por ela.
  2. Distância entre a objetiva e a imagem
    fotografada.

Dessa forma, o primeiro item é o que tem maior influência. A
quantidade de luz que penetra em uma objetiva pode ser limitada e controlada
por meio da abertura do diafragma. Esse orifício circular, de diâmetro
regulável, está colocado entre os componentes óticos nas proximidades do centro
da objetiva composta.

A abertura regula o feixe luminoso que entra na objetiva, que geralmente apresenta menor diâmetro do que este feixe. A explicação para isso se justifica no fato de que quase todos os componentes óticos anteriores ou frontais são positivos e fazem convergir um largo feixe luminoso, que chega a abertura. 

Á medida que ela se fecha, o diâmetro do feixe de luz incidente, ou abertura efetiva, vai diminuindo proporcionalmente. Todavia terá sempre um diâmetro diferente da abertura, exceto em cacos especial de uma abertura montada sobre todos os competentes óticos.

A abertura efetiva é o diâmetro do feixe ótico incidente,
que ao penetrar na objetiva, enche por inteiro a abertura verdadeira, seu
respectivo diafragma.

O enfraquecimento da luminosidade da imagem, se verifica, à medida que se reduz a abertura e isso se explica com o auxílio de simples geometria. Se o diâmetro de um círculo for reduzido pela metade, sua superfície será reduzida pela quarta parte.

Em outras palavras,  sempre que reduzimos a abertura efetiva para a sua metade, reduzimos para a quarta parte a quantidade dos raios luminosos transumidos.

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