FUNDAMENTOS DO FOTOJORNALISMO

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Jornal Daily News, de Nova York

Relatório apresentado como parte das Exigências para Conclusão do Módulo 5, Curso de Fotojornalismo da Focus Escola de Fotografia. Aluna: Keiliane Santos Freitas

APRESENTAÇÃO:

O jornal ‘Daily’, de Nova York, foi considerado o primeiro a publicar uma imagem, em 1880. Entretanto, o termo fotojornalismo surgiu depois, nas primeiras décadas do século XX com o desenvolvimento das revistas ilustradas. Esse tipo de revista teve seu ápice na Alemanha em 1930. A inclusão de textos não verbais jornais e revistas ilustradas causaram uma enorme revolução na comunicação, pois barreiras idiomáticas foram quebradas. Embora complementares, ao contrário de um texto escrito ou falado, a fotografia é linguagem muito mais universal.

Há quem sustente que fotojornalismo diário e fotojornalismo documental são segmentos completamente diversos. Outros autores defendem que são separados apenas por uma sutil conceituação. Concordamos com a segunda linha de pensamento. O autor Jorge Pedro Sousa define tais terminologias tanto em sentido lato como em sentido estrito, a saber: “No sentido lato, o fotojornalismo é a atividade de realização de fotografias informativas, interpretativas, documentais ou ilustrativas para a imprensa ou outros projetos editoriais ligados à produção de informação de atualidade.

No sentido estrito, entretanto, o fotojornalismo é a atividade que visa informar, contextualizar, oferecer conhecimento, formar, esclarecer ou marcar pontos de vista através da fotografia de acontecimentos e da cobertura de assuntos de interesse jornalístico. O fotojornalismo, em sentido exato, tem como meta transmitir informação de maneira objetiva e instantânea, diferenciando‐se da fotografia documental, que tem como prioridade desenvolver um trabalho mais interpretativo e elaborado.

” Constatamos que, na prática, as denominações mais usadas pelos profissionais da área são “fotojornalismo” e “foto documental” ou “documentário”. No fotojornalismo diário, pode‐se trabalhar em diversos meios de informação, tais como jornais, revistas, redes ou sites de notícias. O profissional pode atuar exclusivamente para uma dessas mídias, ou, ainda, de modo autônomo, fotografando para vários meios de comunicação ao mesmo tempo.

A atuação independente é mais usual, pois os jornais, na maioria das vezes, contratam agências para obter fotos de lugares onde não podem ter um representante próprio. Também têm crescido o número de outras funções menos tradicionais, como nas mídias não visuais.

 Exemplo: estações de rádio que colocam notícia em sites através da fotografia. Vale destacar que, mesmo que a função inicial do fotógrafo seja outra, é preciso que ele esteja preparado para eventualidades. Afinal, nunca se sabe quando haverá algum evento como, por exemplo, um acidente ou desastre, e pode ser que os jornais precisem dessa cobertura.

 O  fotojornalismo documental, por sua vez, é o tipo de trabalho que exige mais do fotógrafo, visto que, nessa ramificação foto jornalística é necessário não só cobrir um acontecimento, mas conhecer a história e vivenciá‐la. Também é preciso contá‐la não com apenas uma foto, mas com uma série delas. Nesse tipo de trabalho é comum um fotógrafo passar meses em outro país ou tribo indígena, por exemplo.

 Em um documentário, se não houver uma boa atitude do fotógrafo, aproximar‐se das pessoas será impossível; na maioria das vezes será preciso convencê‐las a se deixar fotografar a fim de que a narrativa possa ser feita. Boas histórias não vêm facilmente, mas podem se tornar comuns, caso se consiga unir simpatia e determinação.

Para o inglês Derrick Price “o arquetípico projeto documental estava preocupado em chamar a atenção de um público para sujeitos particulares, frequentemente com uma visão de mudar a situação social ou política vigente”. As fotografias documentais atuais possuem características da estrutura clássica, e foram solidificadas em 1930.

 Tais características foram modeladas no século XIX com os primeiros documentaristas, como o escocês John Thomson (1837‐1921), o dinamarquês Jacob Riis (1849‐1914), a americana Margaret Sanger (1879‐1966) e o alemão Heinrich Zille (1858‐ 1929). Esses fotógrafos se dedicaram à fotografia social.

 Nos anos 30, auge desse tipo de fotografia, os fotos documentaristas procuravam estabelecer em seu trabalho a verdade, a objetividade e a credibilidade. O fotojornalismo, sem dúvida, é uma das fontes primordiais para o estudo da ideologia da imprensa, pois o seu poder de comunicação é imediato, e o impacto causado pela aparente veracidade de suas imagens é muito pouco contestado pela sociedade. Assim, seu poder de condicionar a opinião pública é muito mais direto e eficiente em relação às manchetes e artigos de primeira página.

 Os jornais diários apresentam de imediato, duas características: são empresas comerciais que visam lucro e ao mesmo tempo desempenham papel político capital no contexto global da sociedade. Para o jornalismo moderno é imprescindível que o público leitor tenha dois níveis distintos de informação: a escrita e a fotográfica.

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Aproveite para rever mais dicas  sobre fotojornalismo nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

Sobre o autor

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