Fotógrafos de Brasília têm perfis excluídos em rede social

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Registro feito no ensaio “Surface” de Clara Molina. (Foto: Clara Molina)

Público se incomodou com as postagens de nu artístico e denunciou as contas dos profissionais 

O Instagram é uma rede social de foto que atualmente tem mais de 29 milhões de usuários brasileiros ativos por mês, mas, recentemente, excluiu desse número três fotógrafos de Brasília. Fábio Setti, 21 anos, Clara Molina, 19, e Nilton dos Anjos, 23, optaram por trabalhar com o estilo fotográfico “nu artístico” para entender melhor as expressões corporais das pessoas e conhecer mais o universo de cada uma.

Mas ao contrário do que esperavam, as publicações causaram incômodo no público, que denunciou várias fotos dos profissionais até que a rede social deletou os perfis. Em entrevista ao Correio, os fotógrafos contaram que se sentiram injustiçados e que jamais publicariam fotos com o objetivo de expor sexualmente os clientes. “Meu sentimento é de revolta e de muita tristeza.

A gente luta diariamente para disseminar a arte e mostrar a cultura para as pessoas. Fico triste por não entenderem o nosso objetivo, invadirem o espaço e conseguirem desativar a conta”, desabafa Fábio. O fotógrafo tinha a conta na rede social há dois anos e seis meses e já tinha mais de 6 mil seguidores. Ele começou a trabalhar nesse ramo da fotografia desde a faculdade e escolheu para o projeto final do curso, apresentado em junho de 2015, o tema sobre a quebra de padrões de beleza na sociedade.

“O meu projeto cresceu a partir do TCC. Fotografei 17 mulheres e quis mostrar que não só modelos profissionais podem posar nuas. Não precisa de padrão para se sentir bonita”, diz.  Fábio Setti afirma que, com a desativação do seu perfil, haverá muitos prejuízos. “Eu tinha muitos comentários nas fotos e muitas curtidas.

A minha relação com as pessoas era muito grande mesmo sem conhecê-las pessoalmente. Muita gente agora não vai poder fazer contato comigo, não vou conseguir divulgar meus projetos e, consequentemente, minha renda financeira vai diminuir”, lamenta. Os três fotógrafos tiveram as contas desativadas e excluídas na semana passada.

Eles pensaram que inicialmente era algo pessoal, mas como viram que aconteceu com mais gente, concluíram que isso provavelmente foi uma onda de pessoas revoltadas com trabalhos que retratam a nudez.  Nos termos de uso do Instagram consta que “não pode publicar fotos ou outros tipos de conteúdo por meio do Serviço que sugiram violência, nudez, nudez parcial, discriminação, atos ilegais, transgressão, ódio, pornografia ou sexo”.

E está claro também que, caso seja violado repetidamente os direitos de terceiros na rede social, a mesma desativa a conta quando apropriado. Mas os fotógrafos, mesmo tendo conhecimento das restrições, reforçaram que os conteúdos que haviam publicado não se passavam de arte. “Eu sei que na política de diretriz eles não aceitam nudez, mas na minha cabeça, pensei que o que eles não queriam era erotismo”, afirma a fotógrafa Clara. “Eu quis começar os estudos com o nu, porque estudando o corpo a gente entende mais de fotografia, mais de conceito e de técnica. Minha mãe e minhas irmãs foram as minhas primeiras modelos”, conta Clara.

“O nu tem muita quebra de paradigma, de preconceito. É um exercício para olhar o corpo e a alma como objeto de estudo. Esse tipo de fotografia é um meio para dar liberdade ao ser humano”, acrescenta. A profissional conta que, assim como o colega de profissão Fábio Setti, ela se sentiu triste com a exclusão da conta e desmotivada em ter que começar tudo do zero.

“Fico chateada por ter gerado essa sensação ruim em alguém. Não vai ser a mesma coisa agora”, afirma.

Campanha: #maisamorNUcoração 

O fotógrafo Fábio Setti criou uma campanha no Facebook com a hashtag “maisamorNUcoração”. O objetivo do profissional é conscientizar as pessoas de que o trabalho dele e de seus colegas é artístico. “Quero que as pessoas entendam melhor a fotografia que retrata a nudez. Fiz a campanha para as pessoas quebrarem o tabu e refletirem, para elas acabarem com a concepção de que o corpo é algo sexual”, conta Fábio.

Várias pessoas que participaram de sessões fotográficas com ele aderiram à campanha: publicaram em seus respectivos perfis na rede social uma foto que Fábio tirou, a maioria fez um texto de solidariedade ao que aconteceu e postou a hashtag para ajudar a campanha atingir o maior número de pessoas.

Fonte: http://goo.gl/Fk3lAc

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