FOTOGRAFIA E FIDELIDADE DAS CORES

em Artigos e Entrevistas.

Nome: Emanuela da Natividade Silva Turma:  Módulo 2 – Focus Escola de fotografia

A fidelidade das cores não vem apenas na câmera, mas também na tela que se vê. Sempre ouve-se sRGB e Adobe RGB por aí, mas muitas vezes, ninguém sabe ao certo o motivo desses nomes.

Pequenos quadrados em cores ou preto e branco formam uma imagem, os mesmos só são possíveis ver com muito zoom na imagem.

Que foram o Megapixel, fazendo a multiplicação de horizontais e verticais.

Enquanto uma câmera analógica já temos a quantidade e resolução predefinida. Na câmera digital podemos escolher pois depende do que precisamos e do tamanho disponível do cartão de memória.

E lembrando também que uma foto P&B ocupa menos espaço do que uma foto colorida.

Atualmente com tamanhos bem maiores de cartões, consequentemente uma resolução maior das câmeras também, ainda assim fica muito mais fácil de se trabalhar, fora a questão de compressão de fotos na própria câmera.

No caso de câmeras analógicas existem meios de chegar a uma cor mais real da cena, mas esse meio normalmente só chega a profissionais por conta do valor de investimento para tal.

Já na câmera digital é possível usar programas em computador, ou até mesmo no celular para chegar ao tom esperado.

A profundidade de cor mais usada é a de 8 bits por pixel, mais usada e mais conhecida também, é a que está nitidamente na maioria dos softwares.

Quanto menor os bits, menor também a intensidade das cores e maior o ruído na imagem.

No highcolor temos, por exemplo, 15 bits e 16 bits, e a diferença é que no 16 bits é divida por cores sendo 5 bits para a cor azul e a vermelho e 6 bits para a cor verde, que é por conta da maior sensibilidade ao olho humano.

No truecolor a ideia é chegar próxima da cor na realidade, trabalha com 8 bits para representar cada uma das cores RGB, para gerar assim as milhões de cores.

A coloração de 32 bits nada mais é a truecolor de 24 bits com um adicional de 8 bits para o canal alfa, ou seja, um espaço vazio.

Há um meio padrão usado, meio apenas, pois nem em todos os lugares aceitam dessa forma, e acabam exigindo de outra. Que no caso é sRGB – 72dpi – 8 bits para mídias eletrônicas e Adobe RGB – 300dpi – 16 bits, para impressão em laboratório digital ou gráfica.

JPG (JPEG) – menor tempo de processamento

                          Maior compressão do arquivo

                          Menor qualidade

TIFF –               maior tempo de processamento

                          Menor compressão do arquivo

                          Maior qualidade

RAW –              arquivo de origem de câmera, abre em programas específicos

                          Menor compressão do arquivo

                          Melhor qualidade de todas

RAW – Dentro do arquivo existe um JPEG para que possamos visualizá-lo, mas mesmo assim não é possível vera a total área de exposição. Para aproveitar o arquivo RAW é necessário conhecer bem a nossa câmera, pois cada câmera trabalha de uma forma diferente.

Inclusive para se trabalhar com o RAW é necessário pensar um pouco na fotografia, uma foto que não mostre muitos detalhes é difícil ou impossível fazê-los aparecer, mas quando se é deixado uma pequena sombra daquele objeto ou paisagem é possível essa recuperação, ou seja, você pode fotografar também em exposições diferentes, para um melhor resultado final.

Ao fazer uma recuperação é preciso tomar cuidado, por conta da mudança de cores. Algumas podendo ser corrigidas colocando o WB em AUTO, mas outras sendo totalmente irrecuperável.

Para fotometrar usando a câmera é necessário apontar o centro da lente no ponto mais iluminado do local (exceto sol e lâmpadas).

Saber os limites EV da câmera é necessário, em casos de fotos super expostas, para que seja possível saber recupera-la ou não.

Nas câmeras normais normalmente é usado o consumo de 8 bits ADCs e permitindo até 256 valores distintos para o brilho de um único pixel.

Já em câmeras SLR é de 10 ou 12 bits ADCS, oferecendo assim a opção de salvar em 10 ou 12 bits de dados por pixel em JPEG RAW.

As baterias antigamente utilizadas era a pilha AA, que usava e jogava fora, conforme o tempo foi passando chegou a pilha AA recarregável, e a cada dia mais vem evoluindo, e o mesmo acontece com as baterias, desde as descartáveis até as recarregáveis. Em ambos os casos de recarregáveis existem os cuidados para que a bateria não fique viciada, e perca sua validade.

A conectividade das câmeras antigamente contavam apenas com o USB 1.1 ou 2.0 e FireWare. Com a evolução, nos dias de hoje é possível fazer além da USB 3.0, via bluetooth ou via WI-FI, e isso facilitou muito a vida dos fotógrafos quando querem ver mais que o resultado do LCD da câmera. Fora isso temos a visualização de vídeo em alguma TV ou monitor também. Impressões direto da câmera para impressora via USB.

O fotodiodo sensível a luz é usado para converter o pixel com uma carga elétrica, o mesmo mede o brilho da luz mas são incapazes de dizer a diferença entre diferentes comprimentos de onda da luz. Cada pixel corresponde a um fotodiodo.

O EXIF nada mais é do que informações básicas da foto tirada, desde a data em que foi tirada até a distância focal da lente. Assim poderá sem muito sacrifício saber as configurações que utilizou em tais fotos.

Lang time é o tempo entre o clique e a foto tirada, o que ultimamente tem sido cada vez mais rápida.

LCD, podendo ser encontrado em tamanhos e formas diferentes de utilização, exemplo: deslocamento do LCD para a lateral, para cima ou para baixo. Mas ele foi o que trouxe a vantagem de só ter uma câmera digital, que é a possibilidade de visualizar a foto logo após ser tirada. E nas câmeras também podemos usar como menu para facilitar a visualização ou a troca de alguma configuração. E também a visualização de vídeos.

A quantidade de pixels de uma imagem depende exclusivamente do tamanho da imagem, quanto maior a imagem, maior a quantidade de pixels.

Mais megapixels não quer dizer necessariamente maior qualidade, existem milhares de fatores envolvidos. Um deles é o ruído, a quantidade de ruído determina a qualidade de pixels.

Aproveite para rever mais dicas sobre fotografia e configuração de cores e tipos de iluminação nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

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