FLASHES MÚLTIPLOS

em Uncategorized.

Flashes múltiplos, flexibilidade, processo, efeitos de iluminação, fotógrafos de estúdio, potência do flash, unidade escrava, complexidade, cursos de fotografia, Focus escola de fotografia, aulas de fotografia, cursos de fotografia, escolas de fotografia, escola focus, escola de fotografia, curso de fotografia profissional, aula de fotografia, curso fotografia, notícias fotografia

Até agora, exploramos o que se pode conseguir com um só flash, mas por que parar por aí?

Dois ou mais flashes podem aumentar dramaticamente a sua flexibilidade no ajuste de fotos. Mas, consequentemente, todo o processo se tornará bem mais complexo.

O objetivo, nesse caso, é mais do que somente aumentar a potência geral do flash e sim produzir efeitos de iluminação mais sofisticados. Fotógrafos de estúdio, por exemplo, usam rotineiramente duas a três luzes. O macete ao montar vários flashes é equilibrar a potência de cada flash até conseguir o efeito desejado.

  • Há um limite?

O flash Canon 600 RT pode ser usado como uma unidade “escrava” que é remotamente disparada por um flash conectado à câmera. Na prática, você pode usar até unidades 470 dessa maneira e o mesmo se aplica ao flash Nikon SB 910.

A restrição real no número de flashes que você pode usar é o aumento na complexidade, em termos de iluminação e de vários ajustes de flash.

Quando se tem três flashes, já se alcançou o limite do que o ajuste de iluminação pode obter de forma útil. Mas pode haver exceções – iluminação de múltiplos espaços em fotos de arquitetura, por exemplo.

 Nesse caso já se entra em uma área altamente especializada que está bem fora da realidade da maioria das pessoas. O custo dos equipamentos, claro, é outro fator de limite. Um equipamento de flash profissional custa caro, e se você comprar dois ou três, estará gastando mais do que se comprasse um kit completo para estúdio.

  • Como conectá-los

Flashes adicionais geralmente não são conectados por cabos. Em vez disso, eles são disparados como unidades “escravas”, pela unidade de flash principal, o que elimina o complicado problema de sincronização. As unidades “escravas” respondem rapidamente ao flash principal, como se disparassem ao mesmo tempo. Contudo, a tendência nas unidades de flash modernas é usar um sistema wireless (sem fios) dedicado e automatizado.

O CLS (Creative Lighting System) da Nikon é um exemplo. A Canon possui seu próprio sistema wireless, que também pode ser usado de modo automático. Dependendo do sistema de sua câmera, talvez sejam necessários outros acessórios, tais como um adaptador para flash wireless. Mesmo quando estiver usando um sistema multiflash dedicado, é possível mudar para o modo de controle manual.

  • Iluminação proporcional

Com a montagem de múltiplos flashes, é importante conseguir a proporção correta de iluminação. Em outras palavras, é preciso ajustar cada flash para obter a quantidade correta de potência para executar o trabalho. Por exemplo, pode-se ajustar um flash de preenchimento para ½ ou ¼ da potência do flash principal.

A iluminação proporcional será afetada pela distância entre o flash e o objeto que se quer iluminar. Lembra-se dos princípios do número-guia e da razão inversa do quadrado da distância que falamos anteriormente?

É possível ajustar a potência automaticamente para os flashes wireless ou fazer manualmente, baseado na potência nominal do flash e na distância do assunto. Um fotômetro de mão é muito útil nestes casos e, claro, checar a foto assim que tirada para ajustar qualquer detalhe na iluminação se for o caso.

  • Problemas a serem evitados

Se for usar flashes múltiplos, há alguns pontos a se considerar. Um dos flashes deve sempre ser o mais forte, ou “key” light, e o segundo deve estar lá para iluminar as sombras projetadas pelo primeiro (como luz de “preenchimento”).

Ele não deve ser tão potente quanto o primeiro ou se obterá duas sombras “cruzadas”.

Até que se ganhe experiência com iluminação, é melhor usar um rebatedor como luz de preenchimento do que outro flash (a luz rebatida nunca será tão brilhante quanto a principal). Se usar um segundo flash para iluminar o plano de fundo para destacar mais o seu assunto, veja se não está muito forte em planos de fundo branco.

Faça um teste com o flash principal desligado, e verifique se: fica uma forte silhueta; ou plano de fundo está em branco brilhante, mas não está “clipado” (ou seja, fora do alcance dinâmico do sensor).

Aproveite para rever mais dicas nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

Sobre o autor

ATENÇÃO: OS TEXTOS, MATÉRIAS TÉCNICAS, APRESENTADAS NESSE BLOG SÃO PESQUISADAS, SELECIONADAS E PRODUZIDAS PELOS ALUNOS, PROFESSORES E COLABORADORES DA FOCUS PARA USO MERAMENTE DIDÁTICO E COMPLEMENTAR ÁS AULAS DE FOTOGRAFIA NAS MODALIDADES DE CURSOS PRESENCIAIS OU A DISTÂNCIA EAD, MANTIDOS PELA FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA, SEM QUALQUER OUTRO TIPO DE PROPÓSITO, RELEVÂNCIA OU CONOTAÇÃO. PARA MAIORES INFORMAÇÕES CONSULTE https://focusfoto.com.br A Focus é a única escola de fotografia no Brasil, que oferece ao aluno o direito de obter seu REGISTRO LEGALIZADO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL, emitido pelo Ministério do Trabalho, por meio de cursos com carga horária total de 350 horas, incluindo períodos de estágio, preparo e defesa de TCC OS CURSOS DA FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA SÃO RECONHECIDOS PELA LEI N. 9.394, ARTIGO 44, INCISO 1 (LEI DE EDUCAÇÃO) O REGISTRO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL é unificado, sendo o mesmo obtido pelas melhores Universidades Públicas do Estado de São Paulo. E você poderá obtê-lo EM QUALQUER MODALIDADE DE CURSOS DA FOCUS, presenciais ou a distância EAD em menos de 6 meses de curso. O aluno obterá seu REGISTRO DE FOTÓGRAFO PROFISSIONAL diretamente nas agências regionais do Ministério do Trabalho e Emprego. Este registro é fundamental para o exercício legal da profissão, constituição de seu próprio negócio, ingressos em concursos públicos e processos admissionários em empresas de fotografia, públicas ou particulares, bancos de imagens, agências de notícias, jornalismo e consularização de seu registro de fotógrafo, caso queira trabalhar em outros países ou Ongs. Internacionais, como "FOTÓGRAFOS SEM FRONTEIRAS" entre outras modalidades. SEJA FOTÓGRAFO DEVIDAMENTE REGULAMENTADO. QUALIDADE E EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO FOTOGRÁFICA É NOSSO DIFERENCIAL HÁ MAIS DE QUATRO DÉCADAS. Os alunos recém-formados pela Focus competem em nível de igualdade com fotógrafos profissionais que estão no mercado há mais de 30 anos. Na FOCUS, o aluno entra no mercado de trabalho pela porta da frente! Os alunos, após formados, são encaminhados para o mercado de trabalho. Cursos 100% práticos, apostilados e com plantão de dúvidas. Faça bem feito, faça Focus! Há mais de 44 anos formando novos profissionais. AUTOR DO PROJETO e MEDIADOR DESSE BLOG: Prof. Dr. Enio Leite Alves, Professor Titular aposentado da Universidade de São Paulo, nascido em São Paulo, SP, 1953. PROF. DR. ENIO LEITE: Área de atuação: Fotografia educacional, fotografia autoral, fotojornalismo, moda, propaganda e publicidade. Pesquisador iconográfico. Sociólogo, jornalista, físico, fotoquímico, inventor e docente universitário. Fotografo de imprensa desde 1967, prestando serviços para os Diários Associados e professor do Sesc e do Curso de Artes Fotográficas Senac Dr. Vila Nova, São Paulo. Fotografo do Jornal da Tarde em 1972 -1973. Em 1975, funda a FOCUS – ESCOLA DE FOTOGRAFIA, primeira instituição de ensino técnico e tecnológico da AMÉRICA LATINA. No mesmo ano, suas fotos são premiadas na 13ª Bienal Internacional de São Paulo, quando a fotografia passa a reconhecida pela primeira vez como obra de valor artístico. Enio Leite, fundador do MOVIMENTO PHOTOUSP no início dos anos 70, com Raul Garcez e Sergio Burgi, entre outros, no centro acadêmico da Escola Politécnica, na Cidade Universitária, São Paulo-SP. Professor de fotografia publicitária da Escola Superior de Propaganda e Marketing, (ESPM), 1982 a 1984. Mestre em Ciências da Comunicação em 1990, pela Escola de Comunicação e Artes, USP. Doutor em História da Fotografia, Fotoquímica, Óptica fotográfica e Fotografia Publicitária Digital, em 1993, pela UNIZH, Suíça. No ano de 1997 obteve Livre Docência na Universitá Degli Studi di Roma Tre. Professor convidado pela Miami Dade University, Flórida, 1995. Pesquisador e escritor, publicou o primeiro livro didático em língua portuguesa sobre fotografia digital, Editora Viena, São Paulo, maio 2011, já na quarta edição e presente nas principais universidades brasileiras portuguesas. Colabora com artigos, ensaios, pesquisas e títulos sobre fotoquímica, radioquímica, técnica fotográfica, tecnologia digital da imagem, semiótica e filosofia da imagem para publicações especializadas nacionais e internacionais. (Fonte: Agência Estado - 12/03/2019)

Deixe seu comentário

  • (não será mostrado)