Falar do presente, trocando imagens

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Metafísica da paisagem urbana, Gabriele Cropi, Paris 2011.

O espaço social está mais fragmentado. Nele surgem novos tipos de tensões. A segunda edição do European Photo Exhibition Award na Gulbenkian de Paris propõe um olhar sobre os movimentos do novo social. Conseguirá a fotografia dar-lhes imagem?

 A fotografia remete tanto para o passado que parece já não ser capaz de nos fazer pensar ou provocar a discussão sobre o que se está a passar, no presente. Aquilo que vemos nela (o seu poder historicista) tende a levar-nos para outros lugares, outros universos, outras pessoas. Ainda que aquilo que se apresenta à nossa frente esteja à mão de semear, mesmo ao nosso lado, ou se tenha passado ainda ontem.

E, por vezes, a distância física que nos separa das imagens fotográficas consegue ser tão fatalmente real que nos garante uma posição à margem, uma posição a uma distância segura que nos dá a ilusão de imunidade, como se houvesse o perigo sermos feridos pelo que elas mostram. Provocar reflexões críticas sobre a contemporaneidade é talvez um dos maiores desafios do suporte e da linguagem fotográfica de hoje, um tempo em que a produção fotográfica de vocação puramente documental ou fotojornalística se vê diminuída na sua mais poderosa função: atestar o real.

A segunda edição do European Photo Exhibition Award (EPEA), iniciativa de quatro fundações europeias – Fondazione Banca del Monte di Lucca (Itália), Fundação Calouste Gulbenkian (Portugal), Fritt Ord Foundation (Noruega) e Körber-Stiftung (Alemanha) – incita-nos a olhar para um passado muito recente, para aquilo que hoje nos rodeia no contexto geográfico europeu.

A exposição Horizons que foi inaugurada na última semana na delegação da Gulbenkian em Paris, reúne os olhares de doze fotógrafos à volta de fenômenos, transformações, tensões, sintomas e acontecimentos das sociedades europeias, dentro daquilo que a sociologia convencionou chamar de novo social. Foi a partir deste termo – que deu forma às teorias sobre os novos movimentos sociais que surgiram nos países ocidentais em meados dos anos 60 – que os artistas foram convidados a apresentar projetos originais que mostrassem mutações em termos de identidade cultural, modos de vida, meios de comunicação de território ou política.

Com o barulho de martelos e berbequins como pano de fundo durante os últimos preparativos da montagem da exposição (até 20 de Dezembro), Sérgio Mah, curador convidado pela Gulbenkian, ressalva que esta não pretende ser “uma exposição de tese”, mas antes uma tentativa de tomar o pulso “ao que tem estado a acontecer” na Europa, dar imagem a “sintomas reais”, desde as novas formas de sociabilidade e construção de células familiares até aos novos tipos de imigração ou diferentes maneiras de lidar com a memória, o corpo e as imagens.

“Mas os artistas não são sociólogos. Estes fotógrafos foram trabalhando em realidades que lhes chamaram a atenção no mundo contemporâneo. Há trabalhos que questionam fenomenos do novo social, mas há outros que pertencem ao velho social, embora aqui sejam mostrados com roupagens contemporâneas”, explica o curador que escolheu trazer para o EPEA os projetos de Patrícia Almeida (Portugal, 1970) e André Cepeda (Portugal, 1976) e do francês Eric Giraudet de Baudemange (França, 1983).

Para Mah, é importante “pensar a Europa” à luz deste desafio temático, tendo em conta que “um dos sintomas da pós-modernidade é o processo de fragmentação dos movimentos sociais”. Um tempo de economia pós-industrial, onde surgiu uma plêiade complexa de formações feministas, vegetarianas, pacifistas, étnicas, gays, ambientalistas…

Um tempo “que deu origem a uma sociedade que já não é um tronco coeso, mas antes uma aglutinação de diferentes sensibilidades ideológicas, filosóficas e políticas”. Um tempo no qual “a excentricidade deixou de ser uma coisa excêntrica.” Mais arriscada do que excêntrica, a decisão de juntar no mesmo espaço doze abordagens fotográficas tão distintas (há ensaio, fotojornalismo, instalação, retrato) acaba por resultar num confronto desafiante entre as abordagens mais próximas da conceptualização artística e as práticas documentais que se alimentam da tradição da reportagem.

A prova de que as fronteiras entre um e outro universo visual são, afinal, mais ténues do que tendemos a aceitar está na montagem desta exposição que coloca o fotojornalismo do italiano Massimo Berruti (manifestações em Istambul em 2013 por causa de alterações ao parque Gezi) em frente à instalação de Patrícia Almeida, que propõe justamente uma reflexão sobre a maneira cada vez mais uniforme e saturante como são utilizadas as imagens fotográficas nos jornais.

Este frente-a-frente pode ser lido como a tese e a síntese de um problema relacionado por um lado com a utilização acrítica de imagens (Patrícia Almeida) e, por outro, com a importância do fotojornalismo não apenas como documento histórico mas como motor capaz “de criar história” (Massimo Berruti).

Fonte: http://goo.gl/B2sWre

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