Cuidado para não desagradar!

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Fotografia e gastronomia. Foto: Ricardo Silveira, aluno  Escola Focus

Descobrir o interessante no desinteressante – eis a tarefa árdua do lay-out que sai da mesa de criação de um diretor de arte para ser transformado em uma boa fotografia.  Porque, convenhamos, nem sempre o assunto a ser fotografado tem um interesse intrínseco, a ponto de cativar a atenção do leitor por sua simples exibição. De fato, que charme pode ter uma lata de óleo de cozinha, que vemos aos magotes nas prateleiras do supermercado? Ou o maço de cigarros? Ou, ainda, uma fralda de bebê? Trata-se de tirar leite de pedra para poder glamourizar  aquilo que é habitualmente sem graça e, até, deselegante.

E, não obstante, são essas fotografias, esses grandes closes de produtos, as de maior efeito plástico. É comum se ouvir comentários do tipo: “parece até de verdade” ou “dá vontade de comer” ou, ainda, “que sede me deu essa foto” (geralmente um refrigerante ou um sorvete…). Na verdade, as fotografias que provocam tais emoções são mais do que reais, são “hiper reais”: a lata de óleo de cozinha que desperta nossa vontade de comer salada só existe na fotografia. Quando confrontada com o modelo real – a lata de óleo concreta – se notará que o produto na fotografia mais belo do que o que se encontra nos supermercados.

Claro, foram necessárias mil recursos para tornar a lata hiper real: efeitos de iluminação, um foco mais afinado do que a própria visão humana e, sobre tudo um paciente trabalho de edição (Photoshop) no produto, para lhe realçar os melhores ângulos e encobrir eventuais defeitos, comuns em qualquer linha de fabricação em serie. Neste tipo fotografia – o close de produto – é que se expressam os grandes talentos da câmera escura. Como os grandes pintores do passado, exploram o difícil métier da natureza morta. Ou seja, o que estamos observando sugere uma ação complexa que esta muito além do campo visual da fotografia.

Retomando o exemplo da lata de óleo, imaginemos que o diretor de arte tenha incluído em seu lay-out original algum ou alguns elementos aparentemente secundários, que deverão compor a fotografia do produto: uma verdíssima folha de alface e uma branquíssima fatia de cebola estão ao lado da lata. O que acontece? Além de aumentar o apetitem ficamos sabendo que aquele produto é tão bom que é para ser consumido puro, em saladas, e não apenas para fritar batatas. Caso o redator do anuncio tenha colocado a frase “Quadro a óleo” no anuncio, seremos provavelmente induzidos a crer que se trata de efetivamente de um produto nobre, isto é, que tem o status de uma obra de arte – culinária, no caso.

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