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“O VERDADEIRO NARRADOR DA HISTÓRIA É O FOTÓGRAFO”

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Um coveiro exausto cava uma cova no cemitério do Pechincha na zona Oeste do Rio de Janeiro. Francisco Proner

Victor Moriyama/El País

No mar agitado em que navegam os barcos bombardeados da imprensa nacional, a ética do compromisso com a informação é um farol de salvação.

A segunda década dos anos 2000 consagrou as redes sociais e o aplicativo WhatsApp como os grandes formadores de opinião no Brasil. Segundo a ONG Repórteres Sem Fronteiras, que monitora globalmente os ataques a membros da imprensa, 2/3 da população brasileira usa o WhatsApp como principal fonte de informação.

Oras, se não existem jornalistas produzindo conteúdo checado e apurado no aplicativo mais popular do Brasil, como ele pode ser uma fonte de informação confiável para tantas pessoas? Aqui tudo é possível, o absurdo se torna regra num piscar de olhos.

Mas por trás dessa lógica está o conceito da pós-verdade que consiste, resumidamente, no processo em que uma noticia falsa é curtida e compartilhada milhares de vezes nas redes sociais até que se torna uma verdade inquestionável, um fato.

As pessoas que difundem estas notícias o fazem cegamente porque elas dialogam com suas crenças e valores independente da sua veracidade. A imagem digital faz parte dessa grande crise sócio-midiática da informação e a crescente perda da credibilidade jornalística.

 Se não checamos as informações que absorvemos então porque deveríamos enviar fotógrafos profissionais para coberturas se todos têm celulares as mãos? No mar agitado em que navegam os barcos bombardeados da imprensa nacional, a ética do compromisso com a informação é um farol de salvação.

A cultura visual foi recentemente impulsionada pela falsa ideia de que o acesso aos aparelhos celulares resultaria numa produção de imagens exuberante. “Quando você tenta fazer uma foto boa e não consegue, aos poucos o público percebe suas limitações e entende que é o fotógrafo bem formado que consegue captar as boas imagens”, predica a crítica em fotografia e professora Simonetta Persichetti, que há 40 anos estuda as transformações da cultura visual.

O estereótipo clichê do fotógrafo bon vivant, branco e homem, boêmio e aventureiro que frequentava os melhores hotéis e restaurantes, circulava pela alta classe política e recebia assignments que duravam até três meses foi enterrado no final dos anos 1990 pela onda digital.

“Vimos o fim de uma cultura visual no jornalismo que existiu muito forte no Brasil com Jornal do Brasil, Revista Realidade, Cruzeiro e na própria Manchete. Existia uma cultura visual que se perdeu e então a fotografia passou a ocupar o lugar de mera ilustradora ou, pior ainda, um olhar do século 19 que a vê como prova da verdade. Então o repórter procura na imagem uma prova que confirme o que ele escreveu”, comenta Persichetti sobre a derrocada da profissão dos editores de fotografia no país nas últimas décadas.

Entretanto, Simonetta é otimista: “O fotógrafo tem que perceber que, para além da mídia, ele é o único profissional que realmente está onde as coisas acontecem. O cara de texto escreve da redação na maior parte dos casos. Você não pode fotografar da redação… É preciso estar em campo. O verdadeiro narrador da história hoje é o fotógrafo”. Se antigamente os jornais e as revistas eram os principais meios para se conhecer os trabalhos fotográficos, hoje as novas plataformas online são as verdadeiras galerias pessoais onde os fotógrafos se tornam autores e curadores dos próprios trabalhos.

O Instagram substitui a antiga pasta de portfólio repleta de belas ampliações. “Isso que eu chamo de ‘Novo Fotojornalismo’: as histórias devem ser contadas, não apenas com uma grande imagem da capa do jornal, mas com uma narrativa visual poderosa apresentada nas plataformas digitais”, sintetiza. De qual maneira o fotojornalismo brasileiro dialoga com as profundas transformações midiáticas deste século?

Profissionais que ainda vivem presos ao passado e adotam uma posição de reclamar e culpabilizar a crise serão automaticamente excluídos do sistema. Não há espaço para quem não se propõe a ser um narrador visual, capaz de encontrar as histórias potentes na perspectiva micro dos acontecimentos. “O mundo está carente de histórias, histórias humanas”, reflete Simonetta.

Tradicional e tristemente o Brasil importa os valores, os padrões, as metodologias, a arquitetura, as políticas e os programas norte-americanos com delay de 10 anos. No jornalismo, via de regra, não é diferente. Os novos coletivos fotográficos, como Mamana, R.U.A, Farpa entre outros surgem com força total no Brasil em meio às manifestações populares que sacudiram o país em 2013 e se colocaram como um marco na história da cultura visual. Espelhadas na pioneira agência Magnum, cooperativas fotográficas como a NOOR (2007) e a VII (2001) se constituíram na Europa e Estados Unidos.

 ”Uma foto só está no jornal. Mas, na sua galeria — que pode ser sua conta no Instagram —, você tem a explicação visual do porquê dessa imagem. Lá temos muitas ferramentas que ajudam a narrativa: vídeo, áudio, galeria fotográfica, texto… Uma reportagem muito mais completa e que é produzida pelo próprio fotógrafo e não mais pelos veículos”.

Simonetta está correta quando diz que os coletivos fotográficos se pautam, se colocam no jogo midiático como autores e protagonistas da narrativa, são agentes da transformação em curso e possuem um caráter revolucionário porque inverteram a ordem hierárquica de serem pautados pelos veículos de imprensa (precarização do trabalho).

Essa revolução toda estabilizou financeiramente os coletivos e fotógrafos? Certamente, ainda não. O grande desafio da nova era no Brasil está na formação do público. “Eu sei ler e escrever, mas não sou Machado de Assis… Porém, sei apreciar os bons textos”, compara Simonetta.

É preciso contribuir para a construção de uma cultura visual autêntica e condizente com as disparidades da contemporaneidade. “Chegamos num momento agora em que as pessoas estão pedindo calma, impulsionados por fake news e se deram conta de alguns problemas da falsa ideia de que todos podem produzir informação de qualidade”, alerta Simonetta para o compromisso que nós, comunicadores, teremos com a sociedade, a partir de 1º de janeiro de 2019.

As imagens produzidas nos próximos anos serão capazes de sensibilizar as diferentes camadas de uma sociedade miscigenada e desigual como a brasileira? Sim, devemos ser otimistas para equilibrar as bárbaras transformações sócio-ambientais que se anunciam na tempestade ao longe. Como diz Simonetta, “o fotojornalismo existe e resiste”.

Simonetta Persichetti é, pesquisadora e professora universitária e uma das principais críticas da fotografia brasileira.

Fonte: https://goo.gl/fKft3X

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A LEGALIDADE DE CESSÃO DO DIREITO DE IMAGEM

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Catarina Borzino (*) – Foto: divulgação- Fonte – Estadão

Texto:  Catarina Borzino /Estadão

O acórdão do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) que manteve a incidência da contribuição previdenciária sobre os valores pagos pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) aos jogadores e membros da comissão técnica resgata duas grandes discussões que ainda pendem de definição no Poder Judiciário: a constitucionalidade do voto de qualidade, “voto duplo”, do presidente da turma do Carf e a legalidade da cessão do direito de imagem de pessoa física para sua exploração por pessoa jurídica.

No mérito do caso, o acórdão do Carf trata da possibilidade de cessão do direito de imagem pelos atletas e membros da comissão técnica para exploração por pessoa jurídica. O Carf analisou tanto o recurso interposto pela confederação quanto o apresentado pelo então presidente da entidade, que fora considerado responsável solidário pela fiscalização. O recurso da CBV não foi conhecido por questões formais e o recurso do então presidente teve seu provimento negado por maioria, em razão do voto de qualidade.

São inúmeros os casos de atletas e artistas que cederam o direito do uso de imagem e foram autuados por parte da Receita Federal sob o argumento de que o direito de imagem é personalíssimo e não seria passível de cessão e exploração por pessoa jurídica.

No “caso Conca”, por exemplo, em 2017, a 1.ª Turma da 2.ª Câmara da 2.ª Seção de julgamento do Carf deu provimento, por maioria, ao recurso voluntário do contribuinte, relativamente a fatos geradores ocorridos em 2010 e 2011, com fulcro em brilhante interpretação do Código Civil. Segundo o referido acórdão, as disposições do art. 20 do CC “embasam os aspectos positivos do exercício do direito de personalidade, uma vez que – sob autorização expressa – pode a pessoa fruir economicamente de seus bens que integram a personalidade.” Ocorre que, em outubro de 2018, a 2.ª Turma da Câmara Superior de Recursos Fiscais reverteu esta decisão, ao dar provimento ao Recurso Especial da Fazenda Nacional, tendo sido a votação desempatada pelo voto de qualidade (voto duplo) do presidente.

O voto de qualidade previsto no §9.º do art. 25 do Decreto 70.235/72, alterado pela Lei 11.941/09, tem sido alvo de inúmeros questionamentos judiciais pelos contribuintes que têm decisões desfavoráveis no Carf exclusivamente por conta do chamado “voto duplo”.

A nulidade de acórdão do Carf cujo desempate ocorreu por prolação do segundo voto do presidente da turma, o qual sempre será representante da Receita Federal, vem sendo acolhida pelo Poder Judiciário, com base nos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, de forma a resguardar direitos e garantias fundamentais, em especial a igualdade de tratamento.

Recentemente, em julho de 2018, foi prolatada sentença pela juíza da 5.ª Vara Federal do Distrito Federal que anulou acórdão do conselho em razão do voto duplo e determinou que a próxima turma ao julgar o processo na esfera administrativa somente poderá contar com o voto do presidente se a votação dos demais integrantes do colegiado resultar em empate.

A regra atualmente em vigor sobre o voto de qualidade também é objeto da Ação Direta de Inconstitucionalidade n.º 5731, de relatoria do ministro Gilmar Mendes, ajuizada pelo Conselho Federal da OAB. Ainda não há decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a matéria, mas este aspecto formal tem sido explorado pelos contribuintes para anular julgamentos do Carf cujos acórdãos tenham sido proferidos e concluídos pelo segundo voto do presidente da turma.

Sobre a discussão quanto à possibilidade de pessoa física ceder direito de imagem à pessoa jurídica e seus reflexos tributários, vale lembrar que, antes mesmo do advento das alterações na Lei Pelé, e na vigência do disposto no Código Civil, que confere suporte ao exercício do direito patrimonial sobre a personalidade, a Lei 11.196/05 expressamente estabeleceu que o serviço de caráter personalíssimo do sócio pode ser exercido pela pessoa jurídica e por ela ser tributado.

Com isso, mesmo nos casos de autuações fiscais da Receita Federal relativamente a fatos geradores anteriores a 2011, os contribuintes têm encontrado suporte para suas defesas na conjugação da interpretação da legislação ordinária com a própria Constituição Federal (art. 5.º, incisos X e XXVIII).

A partir de 2011, a alteração da Lei Pelé afastou a dúvida quanto à possibilidade de exploração, por intermédio de pessoa jurídica, do direito de imagem pelo atleta. Em 2015, a Lei 13.155 estabeleceu limite aos valores pagos pelos clubes aos atletas a título da exploração do direito de imagem e atrelou os referidos valores a 40% do salário do atleta.

Este dispositivo carrega em seu comando duas normas passíveis de questionamento quanto à sua constitucionalidade. A primeira está relacionada à limitação do direito fundamental ao uso e exploração do direito de imagem, direito personalíssimo de natureza civil.

Se o atleta recebe do clube salário em valores compatíveis com o trabalho desempenhado e, além disso, cede o direito do uso da imagem a pessoa jurídica para exploração e recebimento da correspondente contrapartida financeira, por meio de contrato de cessão do direito do uso da imagem legítimo e genuíno, estes valores não podem ser limitados pela legislação ordinária por se tratar de direito fundamental e individual do atleta.

A outra regra de constitucionalidade questionável é a que vincula a limitação dos valores recebidos a título do uso do direito de imagem ao salário do atleta. Se o direito ao uso da imagem é de natureza civil, o valor pago pela sua exploração não pode ser vinculada ao salário do atleta.

O horizonte projeta ainda um longo embate sobre a temática. No fim, caberá a palavra ao Poder Judiciário, que terá a missão de chegar a um bom termo.

*Catarina Borzino é sócia do escritório Corrêa da Veiga Advogados

Fonte: https://goo.gl/pntgDv

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COMO RECUPERAR FOTOS APAGADAS NO SEU SMARTPHONE?

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Os nossos smartphones são, hoje em dia, muito mais do que simples telefones

Permitem que estejamos sempre ligados à Internet, que possamos tratar de documentos e até tirar fotografias a qualquer momento.

pplware.sapo.pt

Claro que esta dependência obriga a que tenhamos cópias de segurança permanentes. Mesmo assim não estamos imunes a problemas como o apagar de uma fotografia. Felizmente existe uma forma simples de as recuperar. Vamos ver como o fazer.

Tal como acontece com as máquinas fotográficas e os seus cartões de memória, o perigo de serem eliminadas imagens importantes é grande. Depois deste azar acontecer, e como normalmente acontece, a primeira reação é tentar recuperar. No Android, há uma forma simples de o fazer, recorrendo a uma simples e prática ferramenta, o DiskDigger.

Usar o DiskDigger é algo simples e rápido e, ao contrário do que poderia ser esperado, não depende de termos root feito no smartphone Android. Claro que tudo funciona melhor se existir, mas mesmo assim é capaz de recuperar imagens.

CONFIRA PASSO A PASSO: https://goo.gl/4iyS5i

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PADRE RUSSO CRITICADO POR FOTOS COM BENS DE LUXO

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O padre Vyacheslav Baskakov mostrava fotografias suas no Instagram com objetos da Gucci e Louis Vuitton. Já apagou a conta na rede social e pediu desculpa

Sabado.pt

Um padre russo vai ser castigado pela igreja ortodoxa pelas suas publicações na rede social onde ostenta objetos de marcas de luxo como a Gucci ou a Louis Vuitton, afirmou um representante da igreja.

O padre Vyacheslav Baskakov publicou fotografias com malas de mão, bagagem, chinelos e sapatos avaliados em muitas centenas de libras.

As fotografias foram apagadas depois de começarem a ser mais conhecidas e criticadas por membros do clero por serem de “mau gosto”.

Foi convocado um comité para “responsabilizar” o padre, afirmou o porta-voz da Igreja Russa Ortodoxa. “A vida de um padre não pode ter divisão entre o privado e o público. Não se pode agir como um padre desde a manhã à hora de almoço e depois ser quem se quer até ao final do dia.”

Baskakov pediu desculpa pelas suas fotografias, dizendo que iria “sofrer a sua penitência e apagar a conta de Instagram” já que não conseguia “portar-se de forma apropriada e humilde”.

Confessou ainda que maior parte do que mostrava não tinha sido comprado por si, mas que as fotografias tinham sido tiradas nas lojas.

Fonte: https://goo.gl/VYuVQm

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FOR EXPORT

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Fotografia de casamento brasileira entra na pauta de exportações. Foto: Anna Quast

É cada vez mais crescente o número de fotógrafos sociais brasileiros que começam a agregar em seus portfólios casamentos realizados no exterior.

Fhox/News

Tudo indica que um dos primeiros fotógrafos brasileiros a ter experiência internacional foi Arlindo Namour, em Campo Grande.

Em visita à Photokina em 1968, ele conheceu um casal de noivos que o contratou para o casamento que acontecia dias depois da feira. Iniciava ali um roteiro (e portfólio) que hoje inclui Estados Unidos, Portugal, Itália, Paraguai, Bolívia, Argentina, Uruguai, França, Jamaica.

“Seguramente foram mais de 40 casamentos, mas não tenho o número exato”, diz ele, repassando os países para não se esquecer de nenhum. Em Junho, ele e seu filhos estiveram em Portugal para mais uma cerimônia. “Aqui a fotografia é muito mais dinâmica e a gente não deve nada à Europa, talvez para os Estados Unidos, Canadá e Austrália”, comenta ele.

Outra que fará seu debut é Anna Quast. A paulistana esteve em Worms, à beira do Reno, em agosto. Noivos são alemães e ela ficou confiante apesar de não falar alemão. “O problema pode ser algum convidado, mas acho que eles sabem inglês”, antecipa a dificuldade. Mas  e o fotógrafo  Konrahd , de Curitiba, fala grego?

Ele também se prepara para um casamento na Grécia, em janeiro. A família da noiva é grega e o casal vai reunir convidados brasileiros e gregos em Mikonos. Promete ser uma grande festa.

Três dias – Uma festa de casamento que durou três dias. É de cigarro? Não, aconteceu em Évora, uma cidade perto de Lisboa (ela brasileira, ele português). No casamento da fotografa Emília Ferraz e no vídeo, Maíra Preto. “O bom é que os convidados ficaram hospedados no mesmo hotel, facilitando a integração”, diz Maíra.

Quem está também na região é Anderson Miranda, que vai fazer seu primeiro casamento em Barcelona. Aproveita para conhecer o mercado de foto de casamento na Espanha e também pesquisar álbuns na Itália, os mais bem acabados do mundo.

Realismo – Na opinião de Konrahd, esse fluxo de brasileiros fotografando casamentos no exterior tem pouco glamour. “A realidade é que fica mais barato pagar o serviço, despesas de viagem do que contratar um fotógrafo local com a mesma qualidade. Vejo americanos cobrando dez mil dólares e fazendo menos que a gente”, comenta. Na linha das desigualdades entre o fotógrafo estrangeiro e nacional, ele cita a carga tributária “absurda” incidente na compra de uma câmera profissional. “Mas a gente fica feliz se ser escolhido para trabalhos assim, mas quando se analisa a realidade você vê que é só uma opção barata”, reforça.

Sem data – Agenda fechada pode ser problema para o fotógrafo. Recentemente Rafaela Azevedo recusou casamento na Índia e na Colômbia por já ter contrato assinado na mesma data. Seu primeiro casamento foi em 2003 na Flórida. Até hoje fez seis no exterior, todos nos Estados Unidos.

“Para mim agrega valor. As noivas daqui pensam: ‘Ela deve ser boa, pois é chamada para ir para fora do País”’, diz. Rafaela é cética quanto a oportunidade nos Estados Unidos para o fotógrafo brasileiro. “Talvez não tenha mais, pois tem muita gente boa lá porque aquele mercado também cresceu.”

Fonte: https://goo.gl/74qz3t

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RETRATO GLAMOROSO!

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Característica desse tipo de foto: Um visual suave e ligeiramente glamoroso, com o fundo bem fora de foco e uma suavidade geral em toda a imagem

  • Para esse visual, você precisará de uma teleobjetiva (a foto foi feita com objetiva de 70-200 mm, ao ar livre, em torno de 200 mm). Fazer o zoom como esse ajuda a colocar o fundo fora do foco, mas apenas isso não é suficiente para desfocá-lo dessa forma. A outra coisa que você precisa fazer é fotografar no modo prioridade de abertura e usar o menor diafragma possível, como f/2.8 ou f/4 (se a objetiva permitir uma velocidade tão baixa).
  • Na verdade, a foto foi feita sob a luz natural, mas a razão porque a luz é tão bela é que ela foi feita ao ar livre bem no final da tarde, talvez uma hora e meio antes do pôr do sol. Para dar à foto um pouco mais de energia, incline a câmera em um ângulo de 450 ao fazê-la.
  • Para tornar a luz mais suave, peça para um amigo segurar o difusor de 1 ponto de diafragma entre o tema e o sol (ele é grande, redondo e basicamente se parece com um rebatedor, mas tem um revestimento prateado ou dourado para rebater a luz, ele é branco e translúcido, o que permite que parte da luz do sol o atravesse se espalhe e suavize um pouco). Peça para o assistente segurar o difusor o mais próximo possível da cabeça da pessoa sem que ele apareça no quadro, e você terá a luz bela, suave e difusa mostrada aqui (o difusor está acima do lado esquerdo da cabeça da modelo, em um ângulo de 450). Esses difusores são dobráveis assim como os rebatedores, e também são relativamente baratos.

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FINAL DE DIA ENSOLARADO!

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Características desse tipo de foto: Uma foto em um final dia ensolarado e brilhante com a luz bem visível, mas os noivos não estão perdidos nas sombras

  • Essa é uma foto muito fácil de fazer – você só precisa de um rebatedor simples. Posicione as pessoas de modo que o sol permaneça atrás dela ou na lateral (nesse caso, o sol está de lado, mas quando ela olha para a câmera, está totalmente sob as sombras. É para isso que o painel rebatedor é utilizado rebater parte da luz do sol para o rosto da pessoa). O rebatedor deve estar à esquerda de você, sendo segurado no alto por um amigo ou assistente e virando na direção da pessoa.
  • Essa foto foi feita em uma praia, mas ela não era tão bonita, com muita vegetação na margem. O truque aqui é abaixar-se bastante – na verdade, deitar-se – e fotografar a pessoa de baixo para cima com uma objetiva grande angular. Certifique-se de posicionar a pessoa em um dos lados – não no centro.
  • Isso vai parecer meio bobo, mas, se você estiver fotografando ao ar livre, compre um véu longo. Você me agradecerá porque, se houver um vento suave isso por si só produzirá coisas belas. Se não estiver ventando, componha a cena utilizando um segundo painel rebatedor – ligeiramente peça para um segundo amigo (ou assistente ou transeunte) abanar com um rebatedor grande para criar o vento. Não é preciso muito para fazer esse véu esvoaçar, e isso cria um belo efeito. Experimente!

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RETRATO CORPORATIVO

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Características desse tipo de foto: Um retrato corporativo expressivo com um visual da capa de revista de negócios, com uma rápida atenuação da luz, na qual o rosto aparece iluminado e então rapidamente escurece até um fundo preto

  • Essa é uma foto incrivelmente simples, e usa uma única luz. A luz é um estrobo de estúdio com um beauty dish posicionado a cerca de 30 centímetros diretamente na frente do modelo, mas aproximadamente 60 centímetros acima da cabeça, votado para ele em um ângulo de 450. Isso é tudo!
  • Como a intenção é criar um retrato expressivo, você não quer superexpor à pessoa, portanto mantenha a menor intensidade do estrobo possível (se em vez disso você estiver usando um flash de sapata, mude o flash para o modo manual, use ¼ da intensidade e então verifique se é necessário deixa-lo um pouco mais claro ou se essa intensidade é suficiente).
  • O tema não está se movendo e você esta usando o flash, portanto um tripé não é necessário. Recomendaria fotografar no modo manual. . Para as configurações iniciais, tente f/11, para que tudo esteja perfeitamente em foco, e configure a velocidade do obturador com 1/125 de segundo (assim, você não tem nenhum problema de velocidade de sincronização). Por último, mova o ponto de foco da câmera diretamente para os olhos da pessoa (o ponto do foco mais próximo da câmera), pressione e segure o botão do obturador até a metade para travar o foco, e o mantenha pressionado. Agora, componha a foto da maneira como preferir (aqui, posicionamos o modelo bem no centro) e fizemos a foto.

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PAISAGEM COM NEBLINA

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Características desse tipo de foto: Uma paisagem de neblina suave com boa profundidade e dimensão

  • Para uma foto como essa, levante cedo e chegue ao local antes do amanhecer (horário em que ela foi feita) ou fotografe a cena no final do dia, um pouco antes do pôr do sol. O nevoeiro visto aqui é uma parte importante da fotografia de paisagem – chama-se sorte. Sua sorte pode melhorar se você visitar o mesmo local mais uma vez. Essa foto foi feita no segundo dia no mesmo local exato – não havia névoa no dia anterior.
  • Essa é uma foto sob relativamente pouca luz (talvez 30 minutos após o nascer do sol), portanto você precisa usar um tripé para manter a câmera suficientemente estável a fim de fazer uma foto nítida.
  • Você também precisará de um cabo disparador para que não haja absolutamente nenhuma vibração ao pressionar o botão obturador. Além disso, fotografar de um ângulo baixo dá à foto uma sensação de “amplitude”, portanto posicione o tripé baixo o bastante para você precisar ajoelhar-se para fazer a foto.
  • Para capturar todos os detalhes na imagem, recomendamos fotografar em f/22, um diafragma ideal para contar uma grande história panorâmica. Além disso, para caracterizar interesse visual, não posicione a estrada no centro morto da foto (por isso é muito entediante – percebe como a posição dela foi ligeiramente deslocada para a esquerda)? E não coloque a linha do horizonte no meio da foto, porque é isso que uma pessoa comum faria, e você não quer suas imagens tenham visual comum.

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UTILIZANDO O VISOR

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NÃO APONTE E DISPARE!

Uma coisa que você não quer fazer, depois de ter investido todo esse tempo e dinheiro na compra e aprendizagem de uma DSLR, é usá-la como se fosse uma câmera de celular, segurando-a a frente de você e fotografando no modo Live View (como você faz com a câmera do celular).

Você vai ter um monte de fotografias desfocadas, o que vai impedi-lo de fazer o tipo de imagem de qualidade profissional, que foi motivo pelo qual você comprou uma DSLR antes de tudo.

Você realmente tem de usar o visor da câmera (sim, você precisa através daquele pequeno orifício na parte superior da câmera). Primeiro, há uma série de informações importantes que aprecem no visor, e mesmo que agora você não saiba nada sobre o que isso significa.

Em segundo lugar, é muito difícil manter estável uma câmera pesada quando você a segura á sua frente assim. Você precisa dela apoiada contra a testa para ajudar na estabilidade ao enquadrar e fotografar. Sim isso faz uma grande diferença.

Isso para não mencionar os problemas de visibilidade quando está muito claro lá fora, ou o que o foco automático é bastante lento no modo Live View, ou o que ele consome muito mais bateria, ou que a câmera foi projetada para colocar todas as funções onde elas são fáceis de acessar quando você está fotografando usando o visor.

Eu poderia continuar, e há casos em que você vai querer fotografar com o Live View, mas quando você acaba de migrar para uma DSLR (como estamos falando aqui), recomendo que você comece a se habilitar ao visor. Prometo-lhe que você ficará muito grato por isso, daqui para frente..

A foto pensada produz melhores resultados

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