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sobre o mundo da fotografia

FOTÓGRAFO FEZ MAIS DE 400 MIL FOTOS DE KOBE BRYANT, ASTRO DA NBA, QUE MORREU ONTEM

por em .

Foto: Andrew Bernstein

Ontem, infelizmente, morreu Kobe Bryant, astro da NBA e
um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.

iPhotoChannel/Redação

O fotógrafo Andrew Bernstein acompanhou Kobe por 20 anos
(desde sua chegada até o encerramento da carreira na NBA), e estima,
conservadoramente, que tirou mais de 400.000 fotos de Kobe Bryant, tanto dentro
como fora das quadras.

A parceria de Kobe com o fotógrafo foi tão intensa que, em
2018, Kobe escreveu um livro chamado “A Mentalidade Mamba”, sobre sua
trajetória como atleta profissional, e toda a obra foi ilustrada somente com
fotos de Andrew. Veja no link  abaixo
algumas imagens da gloriosa vida e carreira de Kobe Bryant registrada pelas
lentes de Andrew Bernstein (a última foto é de Kobe com Bernstein).

Veja + fotos: https://bit.ly/2RB0Fds
  

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O CÉREBRO (E A CAMINHADA) DE GUIDO ANSELMI, POR PAUL RONALD

por em .

Os bastidores, o processo de criação e a filmagem da obra-prima “8 ½”, de Federico Fellini (1920-1993), eternizados na fotografia do francês Paul Ronald, em mostra inédita fora da Itália

Até o dia 16 de março, o MAM Rio apresenta a exposição “O
cérebro (e a caminhada) de Guido Anselmi”, que reúne 70 ampliações fotográficas
de Paul Ronald (1924–2015) – celebrado fotógrafo de cena francês, que teve sua
trajetória ligada ao cinema italiano – com registros dos bastidores da produção
e filmagem de “8½” (1963), obra-prima de Federico Fellini (20 de janeiro de
1920, em Rimini, Itália – 31 de outubro de 1993, em Roma).

Fhox/Redação

As fotografias pertencem ao colecionador Antonio Maraldi,
que as recebeu em doação do próprio Paul Ronald no final dos anos 1990. O
conjunto de imagens é inédito fora da Itália, e a exposição integra as
celebrações dos cem anos de nascimento deste gênio da arte cinematográfica, em
uma realização conjunta do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Instituto
Italiano di Cultura do Rio de Janeiro, Embaixada da Itália no Brasil, Consulado
da Itália no Rio de Janeiro, Comune e Cineteca de Rimini, e Centenário Fellini.

Hernani Heffner, curador da exposição, explica que o título
se refere ao alter ego de Federico Fellini em “8½”, o cineasta Guido Anselmi,
“cuja consciência/inconsciência forma a matéria-prima do que se vê e ouve ao
longo do filme”. As 70 imagens foram selecionadas entre os 2.200 negativos que
registraram os bastidores dessa produção.

“Tanto as circunstâncias peculiares da realização, quanto o
volume de imagens e a documentação mais atenta do processo de filmagem são
atípicas mesmo para um cineasta que vinha se consolidando como ‘único’”,
comenta Hernani.

“Em uma trajetória recente marcada por premiações
importantes como a Palma de Ouro por ‘A doce vida’ (1960), e por uma
filmografia memorialística, ‘8 ½’ surge como um retrato expandido de um momento
de crise pessoal, por conta da dificuldade em encaminhar um novo filme, e do
mundo, devido à crise dos mísseis nucleares instalados em Cuba”, observa o
curador.

Ele ressalta que “longe de ser um mero delírio casual ou uma
narrativa cifrada do id, ‘8 ½’ é o ingresso definitivo de Fellini no cinema
moderno, uma incursão em torno do fazer cinematográfico não convencional,
moldada por experimentações técnicas como o quadro esférico (a nascente
proporção 1.85:1) e rigor de realização nos diferentes setores da produção de
que nos dá conta justamente o presente conjunto de fotografias”.

Hernani Heffner lembra que “o Oito e meio do filme indica
que Fellini considerava que tinha dirigido o equivalente a oito longas
metragens e meio, um episódio de um longa”.

PATRIMÔNIO IMAGÉTICO DA HUMANIDADE

Para Lívia Raponi, diretora do Instituto Italiano de Cultura
do Rio de Janeiro, “o gênio criativo de Federico Fellini e sua obra escapam às
definições, tamanha é sua riqueza e complexidade:  sem dúvida, o mundo que o mestre criou com
suas películas entrou a fazer parte, de maneira indelével, do patrimônio
imagético da humanidade.

Além de representar uma instância absolutamente inovadora do
ponto de vista técnico e estético e um marco fundamental da história do cinema
mundial, o artista e intelectual ultrapassou a esfera cinematográfica para
tornar-se, pela força de suas imagens e de sua poética, um verdadeiro
embaixador de nossa terra e de nossa cultura no exterior”, conta.

Ela continua afirmando que “a Itália que ele inventou, e os
personagens que ele criou através de seus filmes, ainda hoje fazem parte de
nossa identidade e também do imaginário coletivo sobre nosso país e sobre os
italianos no mundo”. 

“Foi uma grande satisfação poder realizar, junto ao MAM e em
seus lindos espaços, esta iniciativa de tão elevado valor artístico e cultural.
A exposição inaugura, no Brasil, uma série de eventos realizados pelos
Institutos Italianos de Cultura e pela rede diplomático-consular italiana por
ocasião do centenário do diretor, que acontecerão ao longo do ano”, conclui,
Raponi.

Em dezembro de 2020, o material produzido por Paul Ronald
será doado por Antonio Maraldi ao Museu Fellini, em sua terra natal, Rimini.

CENAS DOS BASTIDORES

As 70 fotografias exibidas no MAM são ampliadas e impressas
em preto e branco em 70 x 70cm, a partir de arquivos digitais obtidos
diretamente dos negativos fotográficos. As imagens revelam o processo de
trabalho de Fellini no set de filmagem, sua interação com a equipe, os
intervalos de descanso, a preparação dos cenários, a direção de atores, os
momentos de reflexão e a estrutura de trabalho em estúdio e nas locações.

Surgem assim como um importante instrumento de acesso aos
métodos fellinianos de criação, assim como às condições de realização de que
dispôs para a consecução da produção. O olhar de Ronald se distingue do
tradicional trabalho de still, calcado mais na reprodução das cenas tal como
elas se apresentam na montagem final, e da fotorreportagem de bastidores,
centrada nas figuras do diretor e das estrelas, explorando poeticamente o
ambiente da filmagem e o filme em formação.

“O caráter alucinatório emanado de cenários, figurinos,
personagens e abordagem inusual na realização das cenas, captados no momento
mesmo do processo de criação pouco claro para o diretor de um filme cuja
narrativa é a de um filme em construção, revelam a sensibilidade de Ronald,
muito ajustada às pretensões finais de Fellini, e a beleza poética do seu olhar
para com o mundo do cinema, revelado metalinguisticamente nos retratos da
feitura de um filme sobre a feitura de um filme”, diz Heffner.

Para o curador, as circunstâncias que cercam a gênese e a
realização de “8½” já seriam motivo para inúmeras abordagens investigativas tal
a importância da obra na carreira de Fellini e dentro da história do cinema.
Consagrado de imediato com o Grand Prix do Festival de Moscou e com o Oscar de
melhor Filme Estrangeiro e Melhor Figurino, além de outras quatro indicações e
diversos prêmios, “8½” tem como fio condutor as dificuldades do cineasta Guido
Anselmi em desenvolver seu próximo filme.

Seja por estar em crise criativa, por estar doente e por
trazer à tona imagens e situações, que se manifestam como cenas sob a forma de
sonhos, delírios, lembranças, imaginações, fantasias e indicações de trabalho,
Guido acaba por expor seus temores, impotências, contradições e desejos mais
profundos e pessoais e também como essa matéria-prima constitui uma das bases
de sua criação artística. “8 ½” entrou para a história do cinema “como o filme
mais importante da filmografia felliniana e a obra que consagrou em definitivo
seu estilo barroco, surreal e personalíssimo”.

QUEM ERA PAUL RONALD

Considerado um dos três maiores fotógrafos de cenas da
história do cinema italiano, junto com Tazio Secchiaroli e Pierluigi Praturlon,
ambos também muito ligados à obra felliniana, Paul Pellet Ronald nasceu em
Hyères, sul da França, em 17 de outubro de 1924. Com formação em náutica,
transferiu-se para Nice em função da Segunda Guerra Mundial e começou a
frequentar o ambiente de cinema. Conhece o fotógrafo de cena italiano Aldo
(Aldo Graziati), que o convida para trabalhar como assistente em “Além da vida”
(1943), de Jean Dellanoy.

Após um período trabalhando como fotógrafo de guerra junto
aos Aliados, reencontra Aldo e continua como seu assistente em “A Bela e fera”
(1946), de Jean Cocteau. Ambos partem em seguida para a Itália, chamados por
Luchino Visconti para trabalharem em “A terra treme” (1948), com Aldo
tornando-se um famoso diretor de fotografia sob o pseudônimo G. R. Aldo, e
Ronald iniciando-se como fotógrafo de cena (stillman) principal.

Os dois seguiram fiéis a Visconti por toda a sua carreira,
com Ronald inclusive tendo um crédito parcial como diretor de fotografia em
“Belíssima” (1950), e fazendo boa parte dos registros fotográficos das
encenações teatrais do mestre.

Firmando-se na década de 1950 como um dos grandes, senão o
maior, fotógrafo de cena (still) do cinema italiano, Ronald trabalha com os
principais nomes desta e das décadas seguintes como Blasetti, Genina, Ferreri,
Cavani, Lattuada, Risi e principalmente Scola, depois de Visconti. Atua também
na mesma função em produções internacionais como “Beat the devil” (1953) e “The
Bible: in the beginning…” (1966), de John Huston, e “Waterloo” (1970), de
Sergey Bondarchuk.

Para Fellini, faz a fotografia de cena de “8 ½” e do
episódio “La tentazioni del Dottor Antonio”, de “Boccaccio 70”, ambos filmados
em 1962, aquela considerada uma de suas obras-primas. Seu último trabalho em
cinema foi “Sonho proibido” (1993), de Franco Zeffirelli. Paul Ronald faleceu
em 13 de janeiro de 2015 em Gad, sul da França.

Serviço:

Exposição “O cérebro (e a caminhada) de Guido Anselmi” – Centenário de Federico Fellini

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro [Segundo andar, Espaço 2.3. Até: 16 de março de 2020. Curadoria: Hernani Heffner

Fonte: https://bit.ly/37BBDAj

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UNIVERSO FEMININO – SINGULAR E PLURAL 2020

por em .

“Bagagem”, de Elbio Gonçalves

Estão abertas, até 26 de fevereiro, as inscrições para a
oitava edição do concurso de fotografia “Universo Feminino – Singular e
Plural”, que visa estimular a reflexão sobre as questões de gênero na
sociedade.

Resumo Fotográfico

O tema deste ano é “A Empatia Feminina, suas singularidades
e pluralidades”.

Serão selecionadas 30 fotografias para compor uma exposição
no mês de março, em espaços públicos do município de Camaçari, região metropolitana
de Salvador. Como premiação, os três primeiros colocados receberão suas fotos
impressas em fine art, processo que utiliza pigmentos e papeis de altíssima
qualidade, além de certificados.

Os interessados devem realizar as inscrições exclusivamente
via e-mail, através dos endereço [email protected]
, com cópia para [email protected]
. As inscrições são efetivadas mediante colaboração através da campanha de
financiamento coletivo no site Kickante, transferências bancárias ou via PayPal
através do site do evento.

O regulamento com todas as informações está disponível no
site do concurso. No site, também estão disponíveis a ficha de inscrição e os
links para os catálogos das edições anteriores. O evento é uma realização do
CAFC – Clube de Arte Fotográfica Camaçari, filiado a CONFOTO – Confederação
Nacional de Fotografia.

Fonte: https://bit.ly/38LVixw

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PERFEITO QUASE IMPERFEITO

por em .

O fotógrafo suíço Robert Frank ficou muito conhecido por sua abordagem despreocupada e experimental, que inicialmente não foi nem um pouco bem recebida

Foto após foto,
particularmente em seu livro The Americans, (vide capa acima)  a técnica casual de Frank – o borrado,
composição imprecisa e enquadramento torto – dá um contorno de falta de
planejamento, e “impulso do momento” às fotos.

De fato, a antiética se misturou perfeitamente com o que era, na época, um assunto ignorado – o vazio da vida cotidiana norte-americana. No caso, apesar de os efeitos dessa técnica de câmera caso, apesar de os efeitos dessa técnica de câmera grosseira e sempre a postos não poderem ser previstos, o princípio era proposital.

O fotógrafo Elliott Erwitt, um admirador, escreveu: As fotos de Robert Frank pode chocar alguém por serem descuidadas – a gama tonal não está correta e coisas assim – mas elas são muito superiores às de Ansel Adams com respeito à qualidade, porque a qualidade de Ansel Adams, se assim poso dizer, é essencialmente a qualidade de um cartão postal.

Mas a qualidade de Robert Frank
tem algo a ver com o que ele esta fazendo, com o que é sua mente. Não é
equilibrar o céu com a areia e por aí vai. Tem a ver com a intenção.

Isso virou apreço pela
imperfeição entre vários fotógrafos. Normalmente eram imperfeições pequenas,
não tão exageradas como um enorme borrado de movimento, mas coisas como perda
de luz, a evidência de sorte. Richar Avedon achava que “existe alguma coisa em
um a fotografia perfeitamente iluminada que eu acho ofensivo”, enquanto Cartier-Bresson
adotou a visão aristocrata de que a “nitidez é um conceito burguês”.

A filosofia da imperfeição
admirável vai muito além da fotografia e é um modo de desafiar a importância de
ter tudo ordenado e preciso. Essa é uma vertente que corre especialmente pela
estética japonesa, para a qual o esquivo conceito de wabi-sabi – uma apreciação
do imperfeito, empobrecido e ascético – é aplicada a uma vasta gama de artes,
desde a cerimônia do chá até a fotografia.

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A PROFUNDIDADE DE CAMPO

por em .

Apenas um dos planos do objeto (plano de maior nitidez) na foto à esquerda, aparece na imagem com maior nitidez.

Os objetos próximos deste
plano, mas de fato não pertencem a ele, ficam fotografados com menos nitidez,
embora não fiquem totalmente desfocados.

A transição do nítido ao não
nítido, de ambos os lados do plano de maior nitidez é, pois, gradual e
progressiva. Na verdade, os objetos percebem com uma nitidez aceitável não só
um plano, mas em várias distâncias – um a zona de maior nitidez. È o que designa
por profundidade por profundidade de campo.

A profundidade de campo é
diretamente proporcional à abertura, e é menor quanto maior for aquela. Quando
se fecha o diafragma em aberturas menores, aumenta a profundidade de campo, e
uma maior parte do objeto fica focada.

Quando todo o objeto tem de ser
visto com nitidez, deve diafragmar-se a objetiva em aberturas pequenas, como f/11
ou f/16. Porém, ne4m sempre convém ter uma grande profundidade de campo; pode
interessar uma abertura ampla para reduzir, se pretende dar um aspecto confuso
a um fundo desagradável situado atrás do objeto fotografado.

A abertura não é o único fator
que afeta a profundidade de campo. Há que atender também à distância focal, à
distância do objeto e o grau de ampliação da prova em papel.

As objetivas de longa distância
focal têm menor profundidade de campo, e as grandes angulares, maior, em
comparação com as objetivas normais. Além do que a profundidade de campo
aumenta a proporção da distância do objeto.

A ampliação é algo que por vezes
não se tem em conta quando se considera a profundidade de campo e, com tudo, é
tão importante como a distância focal ou a abertura. Uma pequena falta de
nitidez, que pode passar despercebida numa prova de contato ou numa
transparência vista sem uma lupa, pode utilizar uma imagem para fazer grandes
ampliações.

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O OBTURADOR E A ABERTURA

por em .

A progressão combinada da velocidade de obturação e da abertura torna a escolha dos valores destes dois controles muito fácil e conveniente

Se o fotômetro indica que certa
combinação de velocidade de obturação e abertura permitirá uma exposição
correta, nesse caso, se deslocar cada controle um número igual de marcas
(embora em sentido contrário) isso não afetará a exposição.

Por exemplo, quando o fotômetro
indica que as marcas 1/60 s em f/ 8 se obtêm uma exposição correta, conseguir
usam exposição semelhante com 1/30 s e f/ 11 ou 1/125 s e f/ 5.6.

Como a alteração de uma posição
da velocidade de obturação equivalente, em termos de exposição, a passar para o
diafragma seguinte, usa-se habitualmente a palavra ponto para indicar ambos os
controles. Reduzir um ponto de exposição quer dizer passar à seguinte
velocidade de obturação mais rápida, ou à abertura menores seguinte.

Diferentes combinações de
posições convêm para diferentes situações da fotografia; por exemplo parar um
movimento rápido significa escolher uma velocidade de obturação rápida como
1/1000 s com f/ 2. Em geral, a escolha da melhor combinação situa-se num
compromisso entre a velocidade de obturação e a abertura.

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ESCALAS DE DIAFRAGMA

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O aro do diafragma da objetiva possui gravada uma escala de números que, à primeira vista, parecem estranhos e quase aleatórios, embora aumentem progressivamente, conforme visto acima

Começa, em geral, por 2, 1,8
ou 1,4 e sobe para 4, 5,6 ,8, 11, 16 e talvez 22 ou 32. Os números, na verdade
não são nada aleatórios, como se verifica por uma observação mais cuidadosa: a
escola vai duplicando de dois em dois valores
.

Estes números são denominados de pontos f/ ou números f/, e medem o tamanho de abertura da objetiva. Porém, cada número não representa o diâmetro da abertura, mas o número pelo qual se divide a distância focal da objetiva para obter o diâmetro da abertura.

Por isso os números podem
escrever como f/2 ou f/ 2, f/16 ou f/ 16, etc. f/ é a abreviatura de “distância
focal”. Por exemplo, quando se ajusta uma objetiva de 50 mm em f/ 2, o diâmetro
da abertura será de 50:2, isto é, 25 mm. Na designação oral corrente, diz
“efe-dois” e “efe-dezesseis” (sem mencionar a barra ou os dois pontos).

Talvez até pareça uma forma demasiado complicada de medir a capacidade de uma objetiva para transmitir a luz. No entanto, algumas vantagens. As teleobjetivas oferecem uma visão ampla do objeto, em comparação com a grande angular ou uma objetiva normal.

Com a teleobjetiva a luz proveniente de determinada zona do objeto, isto quer dizer que existe menos luz para qualquer diâmetro da abertura do número f/ resolve esse problema porque é independente da distância focal.

O número f/ é uma relação, não uma medida real, pelo que a abertura f/ 8 na objetiva de 50 mm admite exatamente a mesma quantidade de luz que a abertura f;8 numa objetiva de 400 mm. Isto é importante quando se trata de substituir objetivas.

O fotógrafo que passa de uma objetiva para outra pode manter o mesmo valor f/ em ambas. Se abertura se medisse em milímetros, em vez de se exprimir por uma relação numérica, seria necessário regular de modo diferente as objetivas que tivessem diferentes distâncias focais.

 De novo, a escolha é perfeitamente lógica.
Cada ponto da escala da abertura corresponde à passagem do dobro de quantidade
de luz do imediatamente anterior; assim com a objetiva regulada em f/ 4, as
velocidades de obturação variam com o mesmo tipo de sequência.

Note, no entanto, que maiores
números f/ correspondem à passagem de menos luz, e menores números f/ como f/
2, a muito maior quantidade de luz.

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O JEITO DE SE FOTOGRAFAR

por em .

De acordo com a forma que se gosta de trabalhar ou o estilo de viagem ou férias que está planejando, algumas das fotos que antes se poderiam ser uma boa ideia talvez se mostrem não tão impactantes conforme foi imaginado e sendo assim, muitas novas possibilidades podem surgir no local das fotos

Outro fator que não pode ser desconsiderado é o tipo de
tratamento que será feito nas imagens e também o estilo das fotos
.

Ter estes itens planejados pode te ajudar a produzir imagens
mais originais com identidade fotográfica.

Há algumas considerações básicas que podem ajudar e muito
para obter um melhor aproveitamento dos locais, como por exemplo, concentrar-se
nas distâncias focais e também nas condições de iluminação natural que busca
para conseguir os efeitos desejados

O intuito de fazer um roteiro de imagens ou locais é ter uma
espécie de guia, que irá permitir uma possibilidade de aproveitar melhor o
local onde vai passar as férias ou simplesmente conhecer, ainda que seja por um
curto período.

Quando se tem um roteiro, você já começa a pensar em como
serão feitas as imagens, o que irá te poupar muito tempo e irá te proporcionar
um melhor desempenho ao fazer as suas imagens.

E desta forma, você também conseguirá aproveitar ao máximo o
local e enxergar de maneira diferenciada, ainda realizar excelentes registros
que ficarão guardados para reviver aqueles momentos sempre que olhar as
fotografias.

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TENHA SEUS OBJETIVOS PREVIAMENTE DETERMINADOS

por em .

O fotógrafo profissional sempre está sob uma pressão constante para fazer excelentes fotos, porém isso não pode ser um problema se souber usar esta pressão ao seu favor

 Muitas vezes, o cliente
nos fornece muitas informações sobre o tipo de trabalho que deseja realizar.

Ainda que você seja um fotógrafo amador ou um aspirante a
fotógrafo profissional, se torna possível repetir este tipo de foco definindo a
você mesmo alguns objetivos.  Dar-se uma
tarefa não se trata somente de um exercício, porém uma importante fonte para a
sua imaginação e uma forma de direcionar os seus esforços.

O intuito pode ser mostrar um evento, uma atividade, uma
atração, uma cerimônia, ou ainda um aspecto local, enfim, as possibilidades
para registro são infinitas.

É fundamental que se tenha em mente o assunto que irá
fotografar previamente, pois estas ideias podem e devem ser transferidas para
uma um roteiro de fotos a serem realizadas.

Um roteiro de fotos funciona como um guia e pode ser feito de
maneira bem simples, até mesmo com uma simples pesquisa sobre o local que
deseja conhecer para fotografar e obter excelentes registros.

Em outras palavras, os roteiros devem ser dinâmicos, não algo
engessado e pode e deve ser alterado onde você pode retirar ou acrescentar
fotos conforme você for fotografando.

Ou ainda se você for uma pessoa metódica, pode seguir
rigorosamente o seu roteiro ou usar somente como um lembrete com alguma
frequência.

Pense nisso!

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CONCURSO OFERECE BOLSAS DE R$ 40 MIL PARA FOTÓGRAFOS QUE RETRATAREM CRISE CLIMÁTICA

por em .

A empresa Getty Images e o programa mundial de fotografias sobre mudanças climáticas Climate Visuals anunciam nesta quinta-feira, 16, que vão oferecer duas bolsas de dez mil dólares (cerca de R$ 40 mil) para fotógrafos profissionais que retratam a crise climática global

Correio

Os fotojornalistas podem se inscrever em www.wherewestand.com/grants  até 28 de fevereiro. Os trabalhos serão
avaliados por um painel de profissionais da área. Fiona Shields, editora de
imagens do jornal The Guardian, e Jay Davies, diretor de fotografia da Getty
Images, estão na comissão de julgamento.

Impactos e soluções

Serão selecionados aqueles que retratem, além da causa e de
impactos locais, soluções para as mudanças climáticas que o mundo enfrenta.

“O fotojornalismo tem a capacidade de não apenas educar
o espectador, mas também fornecer uma compreensão mais profunda de como a crise
climática está afetando pessoas reais em todo o mundo de maneira
visceral. O fotojornalismo mais poderoso é o que conta uma história e toca o
coração das pessoas”, disse Ken Mainardis, chefe de conteúdo da Getty
Images.

Fonte: https://bit.ly/37vfK5R

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