Blog Focus

Informações, artigos, aulas, tutoriais e novidades
sobre o mundo da fotografia

O QUE SÃO AS TÉCNICAS DE FOTOGRAFIA LOW KEY E HIGH KEY?

por em .

low key, high key, técnicas, escola focus
Low Key e High Key são técnicas que utilizam quantidades maiores ou menores de iluminação para obtenção de imagens com uso intenso de contraste.

Se você pretende fazer
fotografias diferenciadas e que se destacam do lugar-comum, talvez seja
interessante aprender os conceitos e a maneira correta de aplicá-las.

Marcelo Cardoso/TechTudo

Mais que isso, a decisão
de utilizar uma ou outra técnica tem grande impacto sobre o “humor” que a
fotografia irá transmitir, como você verá mais adiante.

Low Key

Em uma imagem Low Key, os
tons escuros dominam a fotografia, que possui contraste intenso. Em geral, é
utilizada uma única fonte de luz posicionada atrás do objeto fotografado,
provocando uma área predominante de sombras e enfatizando as linhas de contorno
do assunto. Analisando o histograma da imagem, é possível verificar que a maior
parte dos pontos da foto está do lado onde é registrada a luminosidade.

A aplicação dessa técnica
causa um impacto dramático à cena retratada, sendo recomendada quando o
fotógrafo deseja transmitir níveis maiores de tensão e dramaticidade.

High Key

Em imagens High Key, como
você deve ter imaginado, o comportamento é inverso. Fotografias produzidas com
essa técnica apresentam bastante brilho e pouquíssimo contraste. A
predominância é de tons claros e há ausência quase total de sombras.

O efeito é a criação de
uma atmosfera bem-humorada e leve, ideal para transmitir sentimentos de alegria
e emoções positivas.

                Low Key                               High Key

Fundo: Utilize fundo escuro       Fundo: Utilize fundo claro

Fontes de luz:   Use pouca luz, de preferência atrás do
assunto e apenas em partes dele
Use bastante luz, natural ou não, deixando a cena bem iluminada e faça o
contraste apenas nos detalhes

Sombras: Privilegie a criação de grandes áreas de sombra           
Altas Luzes: Evite o máximo possível o surgimento de sombras

Cuidados com a
exposição

Em ambas as técnicas, é
necessário ter cuidado e bom senso para não criar distorções na exposição – a
quantidade de luz necessária para se fazer uma fotografia. A linha que separa
uma foto Low Key de uma foto subexposta (com iluminação insuficiente) é
bastante tênue. O mesmo ocorre para uma foto High Key e outra superexposta (ou
“estourada”, no jargão fotográfico, com luz demais). Lembre-se sempre que,
mesmo aplicando maior ou menor quantidade de luz, é importante que a imagem
mantenha seus detalhes essenciais totalmente visíveis e identificáveis.

Se aquela foto incrível
que você havia concebido não conseguiu transmitir o efeito desejado, por não
ser possível identificar os principais detalhes, verifique a iluminação
corrigindo as distorções e refaça a imagem. Utilizar Low Key e High Key exige
treino e podem ser necessárias diversas tentativas até encontrar o ponto ideal.

Fonte: https://glo.bo/2JZ9vye

Aproveite para ver mais dicas
sobre fotografia nos blogs da Escola Focus.

DICAS PARA FOTOGRAFAR NO SOL DO MEIO DIA

por em .

sol do meio dia, focusfoto
Todos nós sabemos sobre a hora de ouro e como ela pode oferecer uma luz quente, suave e lisonjeira para suas fotos.

Mas se você estiver
trabalhando apenas com luz natural, restringir-se apenas a horas douradas pode
dificultar bastante a execução das sessões.

Resumo Fotográfico

Neste vídeo, o fotógrafo
Michael Sasser apresenta algumas dicas para fotografar ao sol do meio-dia.

Assista: https://youtu.be/W2M17gFb5EE

O problema com o sol do
meio-dia é que ele tende a ser uma luz muito forte diretamente acima da
superfície, criando inúmeras sombras desfavoráveis ​​e um forte contraste. No
entanto, isso não significa que você nunca deve filmar nele, pois oferece uma
aparência própria, e você também pode dar passos para contorná-lo e criar luz
mais suave e mais lisonjeira.

Muitas vezes, isso
significa fazer algo tão simples quanto encontrar um lugar que ofereça um pouco
de sombra. E, claro, mesmo que o vídeo mostre o uso de entradas de carros e
afins, como você está procurando locais para filmar, respeite a propriedade
privada. Isso é apenas uma maneira de contornar o problema, no entanto. Confira
o vídeo acima para o resumo completo.

Fonte: https://bit.ly/2X1Tz1E

Aproveite para ver mais dicas
sobre fotografia nos blogs da Escola Focus.

INTERESSANTE NÃO, ATROZ!

por em .

exposição de Veneza, escola focus
Thinking Head (2019), instalação da italiana Lara Favaretto, na fachada do Pavilhão Central do Giardini (Fotos: Ricardo Van Steen)

Pensar um mundo de duplos,
realidades paralelas e distópicas, catástrofes e ameaças é proposta da direção
artística da 58ª Bienal de Veneza

Paula Alzugaray/Select

May You Live in
Interesting Times, a exposição internacional da 58ª Bienal de Veneza,
inaugurada em 8/5, carrega um enigma a ser decifrado. “Interessante” é uma
palavra que não dá conta do que acontece no mundo hoje. Dizer que algo é
interessante é rejeitar a sua especificidade, afastá-lo do território do
problema, conferir-lhe um caráter genérico. Daí vem o incômodo causado pelo
título da mostra com direção artística de Ralph Rugoff, curador da Hayward
Gallery, de Londres. A frase, de complexa tradução para o português, já é uma
tradução em si: segundo o texto curatorial, seria a tradução que certo
diplomata britânico teria feito, nos anos 1930, de certo provérbio chinês
antigo, voltando de uma viagem ao Oriente.

Embora Rugoff argumente
(tanto no texto quanto na coletiva de imprensa, na abertura) que dizer
interessante é o mesmo que se referir à precariedade da existência, a tempos
desafiadores e ameaçadores, poderíamos aqui contra-argumentar que nefasto,
atroz, extremo, regressivo ou pós-apocalíptico são adjetivos que expressam com
mais acuidade o tempo presente. Soa um tanto simplista dizer que “a arte pode
ser um tipo de guia sobre como viver e pensar em ‘tempos interessantes’”. A
afirmação soa como o statement de uma exposição para uma sociedade sem
conflito, construída desde o ponto de vista do homem branco europeu que pensa a
contemporaneidade a partir da ideia de uma “ordem mundial do pós-Guerra”.

Mas pós-Guerra para quem?
Nos dois edifícios que recebem a curadoria central da Bienal de Veneza, o
Pavilhão Central do Giardini e o Arsenale, os trabalhos expostos de 80 artistas
convidados falam por si. De uma forma ou de outra, estão ali representadas as
guerras contemporâneas – a decretada pelo Estado Islâmico, as guerras civis em
sociedades ditatoriais árabes e africanas, as zonas de violência e convulsão
social nos países latino-americanos, os conflitos raciais etc. –, mostrando que
o tempo histórico em que vivemos é de catarse e não de pós-Guerra. No entanto,
é certo que a mostra assume um partido na direção inversa ao documental. Rugoff
argumenta que “arte é mais que um documento de seu tempo”. Ele aponta que “em
contraste ao jornalismo ou à reportagem histórica, a arte articula uma
diferença da textura dos fatos”.

A exposição internacional da 58ª Bienal de Veneza, inaugurada em 18/5, carrega um enigma a ser decifrado. “Interessante” é uma palavra que não dá conta do que acontece no mundo hoje. Dizer que algo é interessante é rejeitar a sua especificidade, afastá-lo do território do problema, conferir-lhe um caráter genérico. Daí vem o incômodo causado pelo título da mostra com direção artística de Ralph Rugoff, curador da Hayward Gallery, de Londres. A frase, de complexa tradução para o português, já é uma tradução em si: segundo o texto curatorial, seria a tradução que certo diplomata britânico teria feito, nos anos 1930, de certo provérbio chinês antigo, voltando de uma viagem ao Oriente.

Embora Rugoff argumente
(tanto no texto quanto na coletiva de imprensa, na abertura) que dizer
interessante é o mesmo que se referir à precariedade da existência, a tempos
desafiadores e ameaçadores, poderíamos aqui contra-argumentar que nefasto,
atroz, extremo, regressivo ou pós-apocalíptico são adjetivos que expressam com
mais acuidade o tempo presente. Soa um tanto simplista dizer que “a arte pode
ser um tipo de guia sobre como viver e pensar em ‘tempos interessantes’”. A
afirmação soa como o statement de uma exposição para uma sociedade sem
conflito, construída desde o ponto de vista do homem branco europeu que pensa a
contemporaneidade a partir da ideia de uma “ordem mundial do pós-Guerra”.

Mas pós-Guerra para quem?
Nos dois edifícios que recebem a curadoria central da Bienal de Veneza, o
Pavilhão Central do Giardini e o Arsenale, os trabalhos expostos de 80 artistas
convidados falam por si. De uma forma ou de outra, estão ali representadas as
guerras contemporâneas – a decretada pelo Estado Islâmico, as guerras civis em
sociedades ditatoriais árabes e africanas, as zonas de violência e convulsão
social nos países latino-americanos, os conflitos raciais etc. –, mostrando que
o tempo histórico em que vivemos é de catarse e não de pós-Guerra. No entanto,
é certo que a mostra assume um partido na direção inversa ao documental. Rugoff
argumenta que “arte é mais que um documento de seu tempo”. Ele aponta que “em
contraste ao jornalismo ou à reportagem histórica, a arte articula uma
diferença da textura dos fatos”.

O desafio posto é então
buscar sentidos para o enigma. Como seria a sentença original em chinês? Que
outras traduções seriam possíveis? As dúvidas lançadas pelo título refletem-se
nos espaços expositivos: não há um guia nem uma só direção a seguir. Cabe ao
espectador buscar entre as obras as relações que tecem os fios narrativos da
exposição. A invenção de mundos na era da pós-verdade e das fake news é um
desses fios. A desconstrução de certezas e a imaginação de outras verdades são
o que se extrai da melhor parcela dos trabalhos expostos.

É tudo verdade

O norte-americano Kahlil
Joseph, lida explicitamente com a manipulação de notícias e imagens extraídas
do YouTube e de lives de Instagram. Concebido com um programa de televisão
sobre a vida de negros americanos, apresenta em dois canais uma edição que
mistura filmagens amadoras com imagens produzidas pela grande mídia. Examinar
as noções de raça articuladas na cultura midiática, relativizar e tomar posse
do discurso construído pelo poder é uma estratégia que Kahlil Joseph
compartilha com Arthur Jafa, o vencedor do Leão de Ouro da 58ª Bienal. Jafa
apresenta no Pavilhão Central do Giardini o estarrecedor The White Album
(2019), vídeo de 50 minutos com cenas surreais de opressão da supremacia branca
sobre pessoas negras – tudo apropriado da internet, tudo real.

O prêmio a Jafa confirma
o protagonismo que as narrativas da diáspora africana e de sua descendência
pós-colonial alcançam no sistema de arte internacional. Bastante expressivo
nesta Bienal o conjunto de artistas abordando questões socioculturais,
identitárias e migratórias da negritude. Entre eles, o norte-americano Henry
Taylor; a nigeriana residente em Antuérpia Otobong Nkanga (menção honrosa); a
nigeriana residente em Los Angeles Njideka Akunyili Crosby; e o queniano
residente em Londres Michael Armitage. Diversidade de gênero e visibilidade
lésbica orientam a fotografia performática da sul-africana Zanele Muholi. Mas a
demarcada presença da pintura como linguagem partilhada entre a maioria desses
artistas faz lamentar a ausência da pintura do brasileiro Arjan Martins, que
teria contextualizado essa discussão no Sul global.

Veja mais fotos: https://bit.ly/2VVVQPI

Aproveite para ver mais dicas
sobre fotografia nos blogs da Escola Focus.

USE BAIXO SINCRONISMO EM AUTORRETRATOS

por em .

dicas, focus escola de fotografia
Se preferir testar esta técnica em si mesmo, sempre é possível fazer isso em interiores

Além de permitir que você se
encontre na técnica em vez de instruir a modelo e em mantê-la ocupada, também permitirá
fotografar independentemente das condições externas, por isso, é uma ótima
forma de praticar as habilidades necessárias
.

A técnica é exatamente a mesma:
em DSLRs, ajuste a câmera para Prioridade de Velocidade ou, se estiver usando
uma compacta, use o modo Retrato noturno e ative o flash.

Ajuste a distância focal para uma
abertura ampla para garantir que todo o rosto seja captado. Agora, segure fazer
o, clique com a câmera erguida levemente acima dos olhos fica mais bonito
(fotografar de um ângulo baixo fica mais sinistro). Após os ajustes, comece o
giro. Isso pode ser feito de pé ou em uma cadeira giratória de escritório, o
que facilita muito.

Depois, é só conferir o
resultado.

BAIXA SINCRONIIA DE FLASH NOS ESPORTES

Outro cenário interessante para o
flash de baixa sincronia é a fotografia de esportes. Modalidades como mountain
bike, muitas vezes são praticados em baixas condições de luz, por isso, é
possível combinar um curto estouro do flash com menor velocidade de exposição
para obter uma foto bem nítida do tema e um fantástico senso de movimento no
fundo.

Essa técnica pode ser usada tanto
com o flash externo quanto com o embutido. O externo produzirá mais luz e
facilitará a obtenção de bons resultados, porém o embutido também faz um bom
trabalho, desde que o tema esteja muito distante.

A melhor forma de usar o flash é
ajustá-lo para o modo TTL para que a potência e a exposição sejam
automaticamente calculadas pela câmera. Ainda será preciso ajustar o modo
Prioridade de Velocidade, escolher uma velocidade e ajustar o ISO, mas a câmera
e o flash cuidarão do resto. Lembre-se: o flash de baixo sincronismo funciona
melhor em baixa iluminação, portanto, fotografe em interiores ou em ambientes
escuros para melhores resultados.

TÉCNICA FOTOGRÁFICA – ESPORTES RÁPIDOS

Ao clicar um tema estático e
mover a DSLR, ajuste o foco automaticamente para Single shot AF. Se o tema se
move e é preciso segui-lo com a objetiva, ajuste para Continuous AF.

1. Acione o flash primeiramente, acople o flash externo ou acione o embutido. Por padrão, ambos estão ajustados para o modo TTL, o que facilita obtenção correta das exposições. Se achar que o seu está ajustado para um modo diferente, mude-o para o modo TTL para obter melhores resultados.

2. Prioridade de Velocidade é essencial controlar a velocidade. No
modo Prioridade de Velocidade é possível ajustar a velocidade do obturador e a
câmera escolhe a abertura. Com o flash em TTL, a potência do flash também será
automática. Ajuste a velocidade em mais ou menos 1/4s para captar o borrão.

3. Ajuste da cortina do obturador a cortina do obturador fará
diferença nesse efeito. A cortina frontal (primeira) dispara primeiro o flash,
depois a velocidade baixa do obturador capta o movimento. Assim o borrão fica
em frente do modelo. Mas, por uma aparência mais natural, a cortina traseira
(segunda) borra o modelo primeiro e depois é congelado pelo flash.

Aproveite para rever mais
dicas nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos
cursos profissionalizante da Escola Focus.

CONFIRA TCC DE ALUNOS DA ESCOLA FOCUS!  https://focusfoto.com.br/tag/tcc/

Opinião de Ex- Alunos que estudaram na FOCUS! https://goo.gl/C235XR
Blog de Fotografia:  https://focusfoto.com.br/blogs/

Flickr – Foto Galeria dos Alunos da Escola Focus
https://www.flickr.com/photos/focus_escola_de_fotografia/

PREENCHA O QUADRO!

por em .

composição fotográfica, focus escola de fotografia
Na fotografia, é frequentemente dito que se você quer tornar algo bom, torne-o grande

Ao preencher o enquadramento com seu tema, não há erro sobre
o centro de interesse – contudo, boas técnicas composicionais, tais como
posicionar um destaque em um ponto-de-ouro, permanecem.

Se estiver encontrando dificuldades para se inspirar em uma
cena, lembre-se: um enquadramento confiante, grande e encorpado é um bom ponto
de partida.

Chegue perto, depois chegue mais perto. Utilize roupas e
objetos cenográficos para ajudar a “encorpar” o seu assunto. Deixe uma pista do
plano de fundo para dar a impressão de que ele é grande demais para o
enquadramento.

Retratos

Os assuntos que frequentemente mais preenchem o quadro são os
retratos; o magnetismo do olhar e o foco em closes dramáticos geram algumas das
imagens mais arrebatadoras. Simplesmente apontar sua lente para o rosto de
alguém e apertar o disparador, contudo, não garantem um bom resultado. Para começar,
quanto do rosto do assunto você quer destacar? Tudo? Se for isto, ajusta as
lentes para uma abertura ampla – e certifique-se de deixar o foco nos olhos.

Nem mesmo os melhores retratos conseguem um equilíbrio total
entre as partes do rosto de quem é fotografado; às vezes, você descobrirá que
um programa de edição de imagens básico pode conseguir um resultado mais
eficiente e dramático. Procure posicionar a imagem para um dos lados do
enquadramento, com um dos olhos em um ponto-de-ouro.

Enfatize a textura do rosto de uma pessoa idosa com uma
iluminação angular e pela conversão da imagem para monocromático durante a
pós-produção. Exagere em características individuais usando lentes
grande-angulares e fotografe duas vezes mais próximo do que o usual (mas fique
ciente de que os sujeitos fotografados não irão agradecê-lo por isso).

Aproveite para rever mais dicas sobre composição fotográfica
nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos
profissionalizante da Escola Focus.

CONFIRA TCC DE ALUNOS DA ESCOLA FOCUS!  https://focusfoto.com.br/tag/tcc/

Opinião de Ex- Alunos que estudaram na FOCUS! https://goo.gl/C235XR
Blog de Fotografia:  https://focusfoto.com.br/blogs/

Flickr – Foto Galeria dos Alunos da Escola Focus
https://www.flickr.com/photos/focus_escola_de_fotografia/

RELAÇÃO ENTRE ÂNGULO DE VISÃO DIAGONAL E A DISTÂNCIA FOCAL

por em .

distância focal, ângulo de visão, escola  focus
A dimensão da linha diagonal do plano focal é sempre a mesma, de modo que a medida que a distância focal aumenta, o ângulo de visão se torna mais estreito.

No caso de câmeras equipadas com
um sensor full-frame , quando elas são configuradas para o efeito olho-de-peixe
(efeito fisheye) com distância focal de 15 mm, o ângulo de visão (ângulo de
visão diagonal) é de 180°; quando a distância focal é de 50 mm, o ângulo de
visão é de 46º, quando a distância focal é de 135 mm, o ângulo é de 18
°. Se a distância focal dobra, o ângulo de visão cai pela metade e a área da
imagem é cortada.

RELAÇÃO ENTRE ÂNGULO DE VISÃO DIAGONAL E
TAMANHO DO SENSOR DE IMAGEM              

Se o
sensor de imagem tem tamanho APS-H  ou
tamanho APS-C, a linha diagonal do plano focal mais curta do que no sensor
full-frame 35 mm; portanto seu ângulo de visão para a distância focal é mais
estreito do que em sensor full-frame de 35 mm. O resultado é equivalente a
imagens filmadas com um sensor full-frame 35 mm e cortadas em seguida.

Multiplica-se
por 1,3 distância focal da lente para um sensor de tamanho APS-H, ou por 1,6
para um sensor de tamanho APS-C, o ângulo de visão se torna equivalente ao de
um sensor full-frame 35 mm.

Aproveite para rever mais dicas sobre ótica fotográfica nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

CONFIRA TCC DE ALUNOS DA ESCOLA FOCUS!  https://focusfoto.com.br/tag/tcc/

Opinião de Ex- Alunos que estudaram na FOCUS! https://goo.gl/C235XR
Blog de Fotografia:  https://focusfoto.com.br/blogs/

Flickr – Foto Galeria dos Alunos da Escola Focus
https://www.flickr.com/photos/focus_escola_de_fotografia/

ACESSÓRIOS PARA FLASH

por em .

flashes, acessórios, focus escola de fotografia
Ao contrario das unidades de flash de estúdio, quase todos os modelos portáteis se limitam a um só refletor, pelo que a difusão do feixe é fixa.

Quase todas as unidades de flash produzem um feixe
suficientemente amplo para iluminar o campo visual da objetiva de 35 mm em uma
câmera DSLR full frame
.

Para iluminar as zonas cobertas por objetivas com uma
distancia focal mais curta, são necessários difusores de luz. Estes são, em
geral, lentes de Fresnel que se colocam diante do refletor da unidade de flash
e dispersam o feixe para que cubra uma maior superfície.

Em principio, as focais com mais de 50 mm não apresentam
dificuldades especiais, mas, grande parte da luz fica perdida visto que o feixe
luminoso é muito mais amplo do que o campo visual utilizado. Para aproveitar a
luz com maior eficácia pode orientar-se a luz para um refletor que concentre a
luz.

Os filtros coloridos que se adaptam à parte dianteira da
unidade portátil de flash têm um uso ocasional. Os mais úteis são os
alaranjados que equilibram a luz de flash com a luz de tungstênio, ou rosa pelo
que a unidade de flash pode assim ser utilizada com luz fluorescente.

Talvez o acessório de maior interesse para a luz de flash
seja a unidade escrava. Este dispositivo minúsculo (mais pequeno do que a
metade de uma caixa de fósforos) contém uma diversos componentes eletrônicos
encerrados numa cápsula de resina, que se comunica com o fotômetro da câmera e
um dispositivo sincronização de flash, a que se liga o cabo de sincronização ou
a própria unidade de flash.

Este circuito TTL permite uma sincronização sem cabos: uma
unidade de flash na sapata de acessórios da câmara acionará a célula e
disparará qualquer outra unidade auxiliar de flash que se encontre nas
proximidades. Simplificam-se assim os esquemas de flash múltiplo de flash e
elimina-se o emaranhado dos cabos.

Aproveite para rever mais dicas sobre flashes TTL nas suas
apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos
profissionalizante da Escola Focus.

CONFIRA TCC DE ALUNOS DA ESCOLA FOCUS!  https://focusfoto.com.br/tag/tcc/

Opinião de Ex- Alunos que estudaram na FOCUS! https://goo.gl/C235XR
Blog de Fotografia:  https://focusfoto.com.br/blogs/

Flickr – Foto Galeria dos Alunos da Escola Focus
https://www.flickr.com/photos/focus_escola_de_fotografia/

SILHUETAS DRAMÁTICAS!

por em .

silhuetas urbanas, temas, escola focus
Silhuetas são fáceis de criar: uma fonte de luz, um local escuro e o resultado fica ótimo. O truque é achar um tema que seja facilmente reconhecível

TÉCNICA FOTOGRÁFICA

Para criar uma silhueta, basta
posicionar uma fonte de luz atrás do tema. Pode ser usado um abajur de
escritório e uma folha de seda ou papel de pão em frente da lâmpada para deixar
a luz difusa, criando um fundo suave.

Ao usar o papel para deixar a luz
difusa, deixe um bom espaço entre ele e a lâmpada, desligue o abajur entre as
fotos para não superaquecer o papel e não deixe que ele encoste-se à lâmpada.

CÂMERA um tripé essencial. Além de evitar que a câmera trema caso a
velocidade seja muito lenta. Ele também permite um ajuste fino da composição e
facilita o alinhamento dos objetos.

FONTE DE LUZ posicione a luminária de mesa ou uma lanterna para que
aponte para avenida de peões em frente à câmera, alinhando o máximo possível no
centro. Posicione o papel de pão ou de rascunho em frente à fonte de luz uma
ponta sobe o topo. Cuide para que o papel não se aproxime muito da lâmpada e,
desligue-a sempre que possível para esfriá-la.

1. AJUSTE O FOCFO à peça central precisa ser a mais nítida da foto,
por isso, dança o foco nela, depois alterne para o foco Manual para que o AF
não fique tentando focar de novo.

Agora decida a profundidade de
campo ou se deseja manter tudo nítido. Aqui, o fotógrafo optou pela baixa
profundidade de campo, deixando apenas o cavalo em foco.

2. EXPONHA A CENA apague
todas as luzes do ambiente, escolha o modo manual (M). Ajuste um valor ISO
baixo 199 ou 200 e, uma para baixa profundidade de campo, ajuste algo em torno
de f/2.8 ou f/4. Dê uma olhada na tela ou no visor e verá a barra de exposição
– depois, – ajuste a velocidade para que ela fique próxima ao meio. Escolha o
arquivo RAW para fazer a captura.

3. FAÇA A FOTO faça o clique e cheque a imagem: se estiver muito
clara, ajuste uma velocidade mais lenta. Lembre-se de que o tema principal deve
estar o mais próximo possível da escuridão e a luz atrás deve estar brilhante. Refaça
a foto e continue fazendo ajustes-finos até chegar ao ponto.

Aproveite para rever mais
dicas sobre silhuetas nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de
fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

CONFIRA TCC DE ALUNOS DA ESCOLA FOCUS!  https://focusfoto.com.br/tag/tcc/

Opinião de Ex- Alunos que estudaram na FOCUS! https://goo.gl/C235XR
Blog de Fotografia:  https://focusfoto.com.br/blogs/

Flickr – Foto Galeria dos Alunos da Escola Focus
https://www.flickr.com/photos/focus_escola_de_fotografia/

ÂNGULOS INTERESSANTES!

por em .

angulos de visão, composição fotográfica, focus escola de fotografia
Deixe sua composição mais interessante com o mínimo de esforço movendo-se ao redor do motivo e explorando várias opções de ângulo de visão

Ângulos interessantes manterão
a sensação de novidade para você e fornecerão aso observador uma nova forma de
enxergar o que poderia ser uma mera cena familiar.

Considere seu motivo por todos os
lados e observe a textura, altura e forma. Caminhe ao redor dele e mova-o sobre
a mesa.

Mesmo fotografando em meu estúdio
com a câmera no tripé em 805 do tempo, eu costumo me mover com o tripé em torno
da mesa para encontrar o ângulo perfeito. Eu adoro exposições longas, mas
minhas mãos não são firmes o suficiente para evitar fotos tremidas sem um
tripé. Todavia, quando começo a me sentir presa, largo o tripé para ter uma
mobilidade.

Você poderá descobrir que o
espaço disponível em sua locação limita o ponto de vista da câmera, isto não é
problema. Sempre existe uma forma de extrair ao máximo da sua situação
fotográfica.

NÍVEL DOS OLHOS

Fotografar a partir do nível dos
olhos parece ser uma opção mais natural para muitas pessoas que estão começando
na fotografia de alimentos. Este ângulo permite que isole o motivo diante dos
seus olhos. Você pode posicionar próximo ao alimento a ser fotografado para ter
um close-up, ou pode afastar para incluir mais elementos no enquadramento. Isto
funciona bem com formas inteiras, mas você perderá alguns detalhes.

A fotografia dos pêssegos mostra
que a distância e a perspectiva funcionam bem para frutas inteiras. Porém se eu
estivesse utilizando apenas fatias frutas na tigela e me posicionando com a
mesma distância e perspectiva, a imagem das frutas perderia detalhe e forma. Os
pêssegos pareceriam com uma pilha amorfa.

Aproveite para rever mais dicas sobre ângulos de visão nas
suas apostilas, bibliografias e vídeos das aulas de fotografia dos cursos
profissionalizante da Escola Focus.

CONFIRA TCC DE ALUNOS DA ESCOLA FOCUS!  https://focusfoto.com.br/tag/tcc/

Opinião de Ex- Alunos que estudaram na FOCUS! https://goo.gl/C235XR
Blog de Fotografia:  https://focusfoto.com.br/blogs/

Flickr – Foto Galeria dos Alunos da Escola Focus
https://www.flickr.com/photos/focus_escola_de_fotografia/

CRIE COM FLASH DE BAIXO SINCRONISMO

por em .

flash seguda cortina, focus escola de fotografia
Tenha o melhor de dois mundos misturados o flash com uma longa exposição da luz ambiente

Está é uma técnica que produz
resultados impressionantes e divertidos. Envolve a combinação de flash de baixo
sincronismo com a baixa velocidade da câmera.

Isso permite que você ou a sua
modelo girem em círculo, borrando o fundo, enquanto o flash congela o modelo em
primeiro plano. O resultado é um retrato criativo e dinâmico.

Não se preocupe com acessórios
especiais – não é preciso.

Qualquer câmera com um flash
embutido dará conta de recado e nem mesmo precisa ser um a DSLR. Essa técnica
também funciona com u a câmera compacta avançada, portanto, não há desculpa
para não tentar.

O segredo para as melhores fotos
está na escolha do local. Ele deve ter uma iluminação fraca o suficiente que
permita uma velocidade baixa da câmera, porém não pode ser completamente escuro
– algo entre esses dois estremos. A iluminação noturna das ruas como fundo é o
ideal, mas, considere também usar uma sal de sua casa. Qualquer fundo que tenha
alguns detalhes interessantes pode ser uma boa escolha – uma parede lisa, sem
detalhes, não mostrará nada interessante; portanto, é preciso ter em cena
muitos detalhes, não mostrará nada interessante;

A vantagem de fotografar externas
é que há muita coisa, como luz e cores que criarão borrões de luzes coloridos
pelo fundo da imagem, ajudando a modelo a se destacar. É muito fácil obter
imagens fantásticas apenas girando em círculo e usando um flash para congelar a
luz na modelo.

TÉCNICA – EQUIPAMENTO

Essa técnica não necessita de
tecnologia de ultima geração qualquer DSLR ou compacta com flash embutido é
suficiente.

A maioria das câmeras hoje vem
como algum tipo de flash e isso é tudo o que é preciso para iluminar o tema,
mas, se tiver um flash externo, melhor ainda. Caso pretenda usar uma compacta
é, preciso certificar-se de que ela tem um modo de baixa sincronia de flash
(slow sync flash) ou um modo Retrato Noturno, Night Portrait ou algo parecido
dentro do modo de cena.

Aproveite para rever mais
dicas sobre técnicas com flash nas suas apostilas, bibliografias e vídeos das
aulas de fotografia dos cursos profissionalizante da Escola Focus.

CONFIRA TCC DE ALUNOS DA ESCOLA FOCUS!  https://focusfoto.com.br/tag/tcc/

Opinião de Ex- Alunos que estudaram na FOCUS! https://goo.gl/C235XR
Blog de Fotografia:  https://focusfoto.com.br/blogs/

Flickr – Foto Galeria dos Alunos da Escola Focus
https://www.flickr.com/photos/focus_escola_de_fotografia/