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sobre o mundo da fotografia

CONTRAFAÇÃO É ATO ILÍCITO QUE ENSEJA REPARAÇÃO

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A 2ª Vara Cível do Foro de Itu julgou parcialmente procedente a ação movida por Clio Robispierre Camargo Luconi, pelo rito sumário, em face de Âmbar Turismo Ltda. ME., que pretendia a condenação da ré ao cumprimento de obrigação de fazer e ao pagamento de indenização por danos materiais e moral decorrentes da violação de direitos autorais.

Flavia
Costa/ Juristas

O autor,
fotógrafo profissional, representado por Wilson Furtado Roberto, fundador do
escritório de advocacia Wilson Roberto Consultoria e Assessoria Jurídica, alega
que duas fotografias de sua autoria foram utilizadas, para fins publicitários,
na página do Facebook da ré, sem a devida autorização e remuneração.

Em sua
visão, ficou configurado a contrafação, uma violação aos seus direitos
autorais, à luz da Lei n.º 9.610/98 e da Constituição Federal.

Na
contestação, a empresa turística levantou as preliminares de conexão, carência
da ação por ausência de documentos essenciais e por perda do objeto. No mérito,
impugnou a autoria das imagens, negou ter utilizado a segunda fotografia e
sustentou que a primeira fotografia teria sido obtida na Secretaria de Turismo
de Porto Seguro.

De acordo
com a empresa, o autor não comprovou os valores pleiteados a título de danos
materiais e moral.

Decisão
do magistrado

Na decisão,
o juiz rejeitou as preliminares arguidas. O juiz apontou que não há conexão com
as ações suscitadas pela ré, já que o suporte fático contido nelas é diferente
da presente demanda. Quanto à carência da ação, entendeu que a inicial está com
a documentação adequada.

Quanto ao
mérito, o magistrado salientou a proteção de obras fotográficas (artigo 7º,
VII, da Lei n.º 9.610/98), os direitos patrimoniais incidentes sobre a criação
autoral (art. 28 da LDA) e a necessidade de autorização prévia e expressa do
autor para a reprodução parcial ou integral das obras (artigo 29, I, LDA).

Pontuou que
a proteção conferida aos direitos autorais independe de registro (artigo 18,
LDA) e que o autor comprovou a titularidade da primeira fotografia de forma
ampla, pois está disponível em diversos sites fazendo menção ao autor e foi
registrada na Fundação Biblioteca Nacional.

O juiz
também salientou que o uso de ambas as obras pela ré de fato aconteceu com fins
publicitários. Sobre a alegação de que as fotos estavam no site do Município de
Porto Seguro e que eram, assim, de domínio público, o magistrado entendeu ser
errônea, reconhecendo a prática da empresa como contrafação.

Na visão do
magistrado, “admitir que violações sucessivas aos direitos autorais tivessem o
condão de afastar a proteção legal ao legítimo autor configuraria um
desvirtuamento da própria finalidade da Lei n.º 9.610/98, qual seja, inibir a
difusão de obras sem a devida atribuição autoral. Some-se a isso que a omissão
do nome do autor na divulgação da obra não faz presumir seu anonimato (artigo
52, da Lei n.º 9.610/98), cabendo àquele que almeja utilizá-la a apropriada
atribuição autoral”.

Por isso,
demonstrado o uso indevido das obras, o autor também faz jus à percepção de
indenização a título de danos materiais, equivalente ao valor médio praticado
pelo mercado fotográfico, e a título de dano moral, que é derivado da violação
ao direito à paternidade de obra fotográfica, sendo evidente e presumido (in re
ipsa).

Assim, o
juiz condenou a Âmbar Turismo a suspender a divulgação das obras fotográficas
em seu site, a publicá-las com o devido reconhecimento autoral, por três dias
consecutivos, em jornal de grande circulação no domicílio do autor, a pagar ao
autor, a título de indenização por danos materiais, o valor de R$ 3 mil,
corrigido a partir da data do ajuizamento, e a pagar a título de indenização
por dano moral, o valor de R$ 5 mil, corrigido da data da sentença.

Fonte: https://bit.ly/2m22Byk

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COMEÇOU O FESTIVAL PARATY EM FOCO 2019!

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Fotografia da série “Sonhos Yanomami”, de Claudia Andujar

Teve
início nesta quarta-feira (18) o 15º Festival Internacional de Fotografia
Paraty em Foco, que tem como tema as “Migrações” e busca firmar-se como “Um
Evento para Todos os Olhares”, dando espaço às várias vertentes da expressão
fotográfica.

Com uma
extensa programação, o festival apresenta uma série de exposições, projeções,
entrevistas e workshops, até domingo (22).

Resumo
Fotográfico

“O Brasil é
um país de imigrantes e de maciços fluxos migratórios internos. A fotografia
brasileira também é fruto desse processo ainda em aberto. É diversa e mestiça.
Carrega o sangue do tráfico humano forçado, dos indígenas mortos na expansão
sem fim das fronteiras agrícolas, mas também carrega os anseios e esperanças de
muitos imigrantes que vieram fugindo de guerras e da fome em busca de uma chão
para fazer florescer os seus sonhos.”

A fotógrafa
Claudia Andujar é a Homenageada do Ano. Nascida na Suíça, em 1931, ela chegou
em 1955 ao Brasil, após perder grande parte de sua família na Segunda Guerra
Mundial. Atraída pela vida e a causa dos povos indígenas, que sofrem até hoje
um extermínio lento, com a paulatina migração do homem branco, o avanço do desmatamento
e da grilagem, da mineração, das madeireiras e da agricultura de exportação,
sua obra é um alerta permanente contra essa condição.

Outro
convidado é Orlando Azevedo, açoriano de nascença, brasileiro por escolha.
Vivendo em Curitiba, onde atua como agitador cultural, ele soube traduzir em
fotos, por meio de um trabalho minucioso, o Coração do Brasil, território
múltiplo e mestiço, formado por todos os tons de pele, do caboclo ao imigrante
e o nativo. Para saber mais, acesse: www.pefparatyemfoco.com.br

Fonte: https://bit.ly/2knoCa8
 

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VENDEDORA DIZ TER SIDO DOPADA E ESTUPRADA POR FOTÓGRAFO DURANTE ENSAIO

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Uma vendedora de 26 anos afirma ter sido dopada e estuprada nesta segunda-feira (16) por um fotógrafo durante uma sessão de fotos realizada no bairro Santa Lúcia, região Centro-Sul de Belo Horizonte

Cecília
Emiliana/EM

Segundo
relatos publicados pela moça no Instagram, o abuso resultou em hematomas,
sangue na vagina, dores na pélvis e pelo corpo todo
.

O caso foi
registrado na Delegacia da Mulher. A Polícia Civil informa que a jovem passou
por exames e que já abriu inquérito para investigar o caso.

Boa noite,
Cinderela

Nas redes
sociais, a jovem, que trabalha como vendedora, descreve que conheceu o trabalho
do profissional por meio da internet há cerca de um mês. O ensaio foi negociado
como um trabalho de parceria, ou seja: ele faria as fotos em troca de
divulgação das imagens no perfil dela no Instagram.

A moça teria
chegado ao estúdio, que fica na casa do fotógrafo, por volta das 16h. Ao
perceber sua timidez, o homem teria oferecido um drink – mistura de vodka com
energético – para que ela relaxasse. Ela aceitou a bebida e afirma que a
quantidade não foi suficiente para deixá-la embrigada. Pouco tempo depois do
início dos cliques, porém, a vendedora diz ter apagado, o que a fez suspeitar
de que foi dopada.

Os
familiares do fotógrafo também estariam presentes no local – porém, em outros
cômodos do imóvel que, segundo a moça, é grande. Eles é que teriam procurado o
número da mãe da vendedora em seu telefone para pedir que ela buscasse a filha,
alegando que ela estava muito alcoolizada.

Outro
lado

Segundo
informações da Polícia Civil, o fotógrafo foi ouvido na manhã desta terça (17),
negou o crime e registrou queixa por difamação contra a vendedora. O Estado de
Minas tentou contato com o profissional, sem sucesso. O espaço permanece aberto
para que ele se manifeste.

Fonte: https://bit.ly/2kV5SPF

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O CAÇADOR DE LUZES E SOMBRAS

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A fotografia de Edu Campos vem do litoral e meio rural paulista.

Pode ser de uma plantação,
paisagem marinha, do gado, do movimento da água dos rios, enfim, um campo
extenso a ser observado e registrado
.

Um trabalho que requer
disciplina, muita dedicação e uma certa dose de coragem para enfrentar as
surpresas do mundo rural, como estar documentando uma fazenda e identificar a
pegada ‘fresquinha’ de uma onça.

            Edu Campos formou-se em cinema pela FAAP e no início dos
anos 90 prestava assistência para fotógrafos de moda e publicidade. Passou
pelos estúdios de Antonio Seggese, Eduardo Ortega, entre outros. Na década
seguinte, estava como fotógrafo da TV Cultura. “Eu adorava fotografar os
programas ‘Ensaio’ e ‘Viola Minha Viola’, de Inezita Barroso”, conta ele.

            Caminho inverso – nascido na capital paulista, Edu Campos
tem recordações de ainda pequeno ver o pai fotografando o gado para feito de
registro. A magia de sua fotografia vem daí. Hoje, ele trocou a cidade grande
pelo distrito de Joaquim Egídio, em Campinas (SP), uma das áreas de preservação
ambiental do estado de São Paulo.

            Em um sua preocupação em documentar o rico e o
diversificado patrimônio dos campos paulistas, Edu Campos incorporou mais uma
ferramenta: a palavra, de modo a caçar a poesia também. Confira o resultado em www.ateamargemdogranderio.blogspot.com.

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DISTÂNCIA FOCAL E TAMANHO DA IMAGEM

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Para a mesma distância do objeto, uma objetiva com distancia focal mais curta, produz uma imagem mais próxima e portanto, uma imagem menor em relação a um outra, de distância focal mais longa.

O tamanho da imagem produza, está em relação direta com a
distancia focal da objetiva utilizada, focada no infinito
.

Por exemplo, utilizando três objetivas, 11 mm, 22 mm e 45 mm
de distância focal, estarão focalizando separadamente, uma luz refletida por
uma árvore distante.  Se a imagem
capturada pela objetiva, de 11 mm medir 1 cm de altura, na objetiva de 22 mm,
essa altura será de 2 cm, devido ao fato de que a luz estará concentrada em um
foco situado a uma distância duas vezes maior da objetiva.

Do mesmo modo, a objetiva de 45 mm, formará uma imagem com 3
cm de altura. Isso explica porque as câmeras DSLR APS-C necessitam de objetivas
com distância focais mais curtas, em relação às DSLR full-frame, com o
propósito de cobrir a mesma superfície do objeto.

A distância da imagem, e, portanto, seu respectivo tamanho,
são afetados pela distância onde se encontram os assuntos fotografados. À
medida que o objeto se aproxima da objetiva, os raios luminosos divergentes,
provêm de qualquer parte da cena, chegam á objetiva com ângulos de incidência
cada vez mais pronunciados.

Como a objetiva têm um poder de desvio fixo, , de3ve
produzir um feixe de luz menos convergente de luz, que sofreu refração: a
posição da imagem ai ficando mais afastada da objetiva e aumenta assim o
tamanho da imagem coberta.

Característica das objetivas:

  1. Uma lente ou objetiva é constituída por um elemento
    ou vários, de vidro, ou matéria sintética, com superfícies não paralelas,
    normalmente de curvas esféricas. Lembre-se de que a objetiva mais simples, tem
    apenas uma lente, similar a uma lupa de aumento.
  2. Já que a luz se propaga em linha reta, a
    objetiva deve projetar uma imagem invertida do objeto.  Confira esse efeito, com sua lupa de aumento.
  3. Denomina-se a lente por positiva, devido ao fato
    dela convergir a luz.
  4. O poder que a objetiva tem para desviar a luz,
    depende do incide de refração e da relativa inclinação das curvaturas de sua
    superfície. Ambos os fatores são tomados em consideração no conceito “distância
    focal”.
  5. Quanto maior o poder de desvio da luz de uma
    objetiva, menor é a sua distância focal e mais próximas, portanto, menores
    serão as imagens que ela forma.
  6. Para a mesma distância do assunto fotografado, a
    distância e o tamanho da imagem são proporcionais a sua distância focal.
  7. Quando uma cena se aproxima da objetiva, sua
    imagem irá se formar mais longe dela, e, portanto, aumenta de tamanho.

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CONCEITOS DISTÂNCIA FOCAL

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O poder de desvio da luz, de uma objetiva, é uma combinação de todos os fatores que regulam a refração ou índice de refração, ângulo de incidência e comprimento de onda

Podemos afirmar que o efeito do comprimento de onda é praticamente
anulado, mediante o emprego de vários elementos óticos em uma objetiva
composta.  Para cada distância do objeto,
o poder de desvio de uma objetiva, depende de:

  • Incide de refração do vidro da lente, e
  • Não-paralelismo das superfícies anterior e posterior, que determinam o ângulo de incidência de cada um desse limites.

Um vidro com baixo índice de refração, transformado em uma
“lente grossa” pode consequentemente, produzir o mesmo desvio geral da luz, em
relação a outro vidro, com alto incide de refração, na forma de uma lente
delgada. Portanto, o índice de refração, não constitui por si só, qualquer tipo
de guia indicador, para determinar poder de desvio d eluz de nossa lente.

Ao invés disso, podemos combinar a forma e o índice de
refração, em uma nova unidade – a distância focal. Suponha que uma lente
simples é empregada para fazer convergir a luz proveniente de qualquer objeto,
situado a uma distância tão grande que os raios luminosos chegam à objetiva
praticamente como se fossem linhas paralelas, típicas de assuntos que estão no
infinito.

No ponto em que esses raios se concentram ou focam a imagem,
é definido como “ponto focal principal” da objetiva. Se medirmos a distância
entre o foco e o centro de uma objetiva simples, iremos obter a sua respectiva
distância focal.

Uma lupa, por exemplo, quando concentra os raios luminosos,
até queimar uma folha de papel, deverá estar com sua distância focal ajustada a
esse papel.

Resumindo, a distância focal é a medida em que se exprime o
poder da objetiva em desviar a luz, tendo em linha, seu índice de refração e
forma de seus elementos.  No caso de uma
objetiva simples, como a referida lupa, podemos considerar a distância focal
entre o centro da lente e o ponto em que os raios incidentes paralelos se
encontram em um único ponto de foco.

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ELEMENTOS GRÁFICOS!

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Um dos modos mais seguros de se amplificar os elementos gráficos é aumentando a angularidade, com base em que as diagonais dão energia, movimento e direção

Há várias técnicas para fazer isso,  incluindo a que acabamos de ver aciima – usando uma lente grande-angular.

Não é apenas o ângulo maior de
visão que exagera a geometria, mas o ponto de vista em relação a objetos
próximos e distantes. Usada de perto e especialmente usada próxima a objetos
com uma forte estrutura linear, como linhas retas e formas definidas, uma
distância focal super aberta exagera a perspectiva linear.

O que para um tradicionalista
parecia ser uma lamentável distorção, para as pessoas que gostam de gráficos
fortes torna-se excitante e energético, com algo de incomum. Para tirar o
máximo desse efeito, vale experimentar com vários posicionamentos de câmera,
particularmente os estranhos, como de baixo ou de cima.

Inclinar a câmera é outra técnica
comum para introduzir diagonais. Isso funciona não importa qual seja a
distância focal, mas quando combinada com uma lente grande-angular pode ser bem
impactante. Uma boa profundidade de campo, obtida com uma abertura pequena,
deixa as linhas bem definidas, o que sempre ajuda no efeito. Diagonais que
rompem as bordas do quadro fazem um trabalho ainda melhor.

Diagonais diferentes, abrindo-se
em leque, ou cruzando umas as outras, ou convergindo para um ponto dentro do
quadro, têm mais energia que apenas uma. Essa técnica tem uma história mais
longa do que muitos possam imaginar. Dois fotógrafos que a exibiram nos anos
1960 foram Robert Frank e Garry Winogrand.

Eu digo “exibiram” porque nenhum
deles pretendeu que o ato fosse deliberado; parece mais um caso de estar livre
do preconceito de precisar manter as coisas retas. Winogrand frequentemente era
questionado sobre isso em palestras, e normalmente negava haver qualquer tipo
de inclinação. Ele disse, “Existe uma ideia arbitrária de que a aresta
horizontal em um quadro precisa ser o ponto de referência. E se você estudar
essas fotos você vai ver que eu uso bastante a vertical. Eu uso qualquer
aresta. Se ela é tão boa quanto a aresta vertical, ela é tão boa quanto a
horizontal.

Eu nunca faço isso sem uma razão.
As únicas que você vai ver são as que funcionam. Há vários motivos para
fazê-lo. Mas elas não estão inclinadas, compreende?”

O contraste também pode ter seu
papel ao simplificar conteúdos detalhados em formas e linhas, que é outro modo
de subordinar o assunto ao seu tratamento gráfico. Isso funciona tanto no
contraste tonal (sombras duras são especialmente úteis) quanto no contraste de
cor, com o aumento da saturação. Cores muito saturadas são muito energéticas,
ainda mais quando elas se opõem.

Acima de tudo, a força gráfica
tem precedência sobre o conteúdo neste estilo. A busca por correspondências
entre linhas, formas etc. tem prioridade, mesmo que os assuntos que estão sendo
compostos não tenham nada a ver um com o outro. É claro que isso é exatamente o
que os pós-modernistas do estilo pouco gráfico são contra – a manipulação
excessiva da composição.

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ESTILO GRÁFICO

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Foto topográfica de Sri Lanka

No extremo oposto do estilo
intencionalmente simples, monocórdico, em que há pouca retórica na composição,
está o estilo muito gráfico
.

Ele é oposto, entretanto, apenas
em seu rico efeito gráfico, não em sua filosofia. O estilo muito gráfico não
tem um manifesto, apenas um gosto pela excitação, surpresa e energia.

Nesse sentido, ele simplesmente
pega ideias e técnicas da composição clássica, bem equilibrada, e as leva
adiante. O argumento não declarado é que se você aprecia, digamos, equilíbrio
dinâmico em uma imagem, então pode gostar de uma composição hiperativa.

Então, o estilo pouco gráfico das
fotografias topográficas, conforme exemplo acima tem um conceito pós-moderno,
muitas vezes irônico, o estilo muito gráfico está mais fixado nos aspectos
práticos da composição, e em ver até onde a geometria, a cor, e assim por
diante, podem ser levadas.

O que os dois têm em comum é sua
motivação para fazer algo diferente do normal. O estilo muito gráfico despontou
regularmente através da história recente da fotografia, e sua característica
principal é que o grafismo nas imagens assume lugar de destaque. Ele tende a
ser notado antes (ainda que uma fração de tempo antes) que você entenda do que
trata a fotografia.

Exemplos anteriores na história
da fotografia incluem as naturezas mortas construtivistas de Paul Outerbridge e
os experimentos com uma câmera policial forense de Bill Brandt. Outerbridge
baseava-se em uma iluminação de ângulo precisamente ajustada que, muitas vezes,
era dura, e em composições angulares, enquanto a série de nus de Brandt fez uso
de uma tecnologia óptica incomum.

Essas duas abordagens continuam a
ser usadas – extremos na composição e adoção de novas tecnologias de imagem
quando e à medida que elas aparecem. Duas invenções acima de tudo tiveram uma
grande influência: uma é a lente ultra grande-angular, a outra é a manipulação
pós-captura. As lentes ultra grande-angulares estrearam no mercado de massa no
início dos anos 1960, e foram rapidamente adotadas por fotógrafos publicitários
e editoriais que queriam ter algo novo em suas imagens.

Eles foram encorajados pelos
diretores de arte e editores de fotografia em uma época em que a cultura pop
estava decolando e todos queriam energia visual. Art Kane e Guy Bourdin foram
dois dos mais conhecidos usuários de lentes que excediam os 24mm de abertura.
Quando as lentes olho-de-peixe surgiram, elas também foram adotadas em uma
breve onda.

 A manipulação também teve seu papel no exagero dos gráficos, primeiro aumentado o contraste no preto e branco, depois alterando e enriquecendo as cores. Isso passou em um salto espetacular no laboratório (cópias e negativos de alto-contraste, duplicação de slides e processamento cruzado) para o computador, onde tudo pode ser alcançado.

É difícil saber onde a fotografia se encaixa no mundo completamente livre da cor digital, falando apenas do que pode ser razoavelmente feito ao componente gráfico da imagem, pois o uso de softwares pelos fotógrafos vai desde a cautela extrema ao “vale tudo”.

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FORMATO FX

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Ilustração: Comparativo de sensores

Cameras DSLR são melhores do que as câmeras compactas e do que celulares porque tem sensores maiores, que permitem restringir a profundidade de campo de forma mais eficaz.  

As DSLR full-frame tipo FX permitem borrão em um grão maior do que seria possível com uma Nikon DSLR DX.

Fundo Borrado

Só porque alguma coisa está fora de foco, não significa que
ela não atraia a atenção. Pode ser até que continue reconhecível. Existem
vários graus de desfoque, e muitas vezes é preciso mais do que uma abertura
ampla para obter o efeito Bokeh. Certifique-se de que a modelo não fique muito
perto do fundo, e use uma lente mais longa para ajudar a aumentar o borrão.

De Olhos nos Olhos

Um dos truques mais eficazes para fazer com sua DSLR é
minimizar a área que aparece nítida na foto. Mas para este tipo de efeito
funcionar, algo que chame bastante a atenção do observador precisa estar bem
definido, para fazer um contra ponto com partes borradas.

Em retratos, de pessoas ou de animais, certifique-se que
pelo menos um dos olhos de seu tema esteja perfeitamente em foco (de
preferencia o olho que estiver mais próximo da câmera). Aí pouco importa que o
resto da câmera apresente diferentes graus de desfoque.

Missão Impossível

Em alguns casos, é impossível deixar tudo em foco, por mais
estreita que seja a abertura que se use, ou a lente que você possua. Isto vale
particularmente para os closes. Em breve, você aprenderá a mais sobre As
situações em quem nem tudo pode estar nítido.

PLANO DE COMBATE –
FIQUE LONGE DO FUNDO

24mm com f/8

Deixar tudo em foco torna essa foto essa foto comum. A lente
grande angular e uma abertura média oferecem grande profundidade de campo, e
esse não é objetivo.

85mm com f/4.5

Assim é melhor, mas ainda não merece medalha. Foi usado o
zoom máximo da teleobjetiva, com abertura ampla, mas o fundo continua muito
dispersivo.

85mm com f/4.5

Agora sim, temos um retrato que vale uma menção honrosa. O
retratado está longe do fundo, que tem poucos detalhes, e está perfeitamente
desfocado.

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Sebastião Salgado vira imortal das artes na França

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Sebastião Salgado durante discurso na Academia de Belas Artes da França, em Paris

O
fotógrafo franco-brasileiro Sebastião Salgado foi empossado na quarta-feira (06/09),
como o mais novo integrante da Academia de Belas Artes da França

Estar aqui,
neste local emblemático da cultura francesa, é para mim uma grande emoção.
Nasci no Brasil. Tenho orgulho de minha origem. Eu as reivindico”, disse o
fotógrafo em seu discurso de agradecimento na capela da Escola Nacional
Superior de Belas Artes, à beira do rio Sena, em presença de outros acadêmicos,
amigos e personalidades do mundo cultural francês.

DOIS
AMORES

“Mas eu sou
brasileiro e francês. Tenho duas nacionalidades. Minha mulher Lélia e eu temos
dois países, dois amores. A França que nos acolheu e está em nossos corações. E
isso quero lhes dizer hoje com intensidade e respeito”, declarou.

“A França é
muito importante para mim. Passei mais tempo aqui do que no Brasil, que é minha
origem, minha raiz. A composição dessas duas nações fez o que sou hoje”, disse
Salgado com exclusividade à revista eletrônica RFI Brasil.

Sobre o
reconhecimento, ele disse ser um “enorme privilégio fazer parte dessa
concentração de mais de 200 anos de cultura francesa”.

LÁGRIMAS

Antes de
subir ao palanque, Salgado ouviu a apresentação de outro acadêmico fotógrafo e
amigo, o francês Yann Arthus-Bertrand – que ao contrário do brasileiro, é
conhecido pelas cores abundantes de seu trabalho.

Arthus-Bertrand
falou sobre a trajetória de Salgado, que saiu do vale do rio Doce, foi para
Vitória estudar, conheceu os movimentos de esquerda e também a mulher de sua
vida, Lélia, então com 17 anos, e ele, com 20.

Num discurso
embalado pela admiração e carinho, o francês emocionou Salgado, que não parava
de enxugar as lágrimas. Arthus-Bertrand falou do exílio e das primeiras fotos, feitas
para ajudar na tese de Lélia, e que se tornaram uma vocação. Depois vieram as
viagens e dois filhos, Juliano, nascido em 1974, e Rodrigo, em 1979, nascido
com síndrome de Down. “Como diz Lélia, Rodrigo é a mais bela lição que a vida
lhes deu”, citou o fotografo francês.

São apenas
quatro fotógrafos que integram o seleto clube que reúne outras áreas artísticas
da Academia de Belas Artes, como pintura, escultura, arquitetura, gravura,
composição musical e audiovisual. Salgado foi eleito para substituir Lucien
Clergue, morto em 2014, que foi o primeiro fotógrafo a fazer parte da
instituição.

Entre os
convidados da cerimônia, estava o embaixador do Brasil na França, Paulo César
Oliveira Campos. “É um momento muito especial, é a primeira vez que um
brasileiro passa a integrar o Instituto da França”, disse o diplomata à RFI
Brasil. “É algo excepcional porque ele é uma pessoa excepcional, ao longo de
sua vida, ele fez mais que imagens, ele fez da fotografia uma filosofia de vida
e uma forma de passar a mensagem sobre a sua forma de ver o mundo”, acrescentou
o embaixador.

Fonte:  https://bit.ly/2moRS11

Aproveite
para conferir mais notícias sobre fotografia no blog da Escola Focus.

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