Armadilhas fotográficas

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Camera com ensor de movimento infra-vermelho de alarme residencial

Por Cid Costa Neto

Quem fotografa animais silvestres sabe que é preciso ter muita paciência para conseguir uma boa foto. Muitas vezes, dependendo do hábito do animal, é necessário esperar dias, ou até semanas, para conseguir registrá-los por apenas alguns minutos. Essa dificuldade em fotografar determinados animais em seu ambiente natural, proporcionou o surgimento de alguns aparatos para o registro sem a necessidade de um fotógrafo presente. São as chamadas armadilhas fotográficas.

Muito comuns principalmente entre os biólogos, pela necessidade de estudar os comportamentos de determinadas espécies, tornaram-se muito populares principalmente na década de 1990, com os trabalhos de Ullas Karanth com tigres na Índia.

Elas podem ser montadas de várias maneiras, de acordo com as necessidades e os equipamento disponíveis. É possível inclusive criar uma utilizando apenas uma câmera comum, um sensor de movimento infra-vermelho de alarme residencial e um disparador, como é possível ver no exemplo da foto ao lado, onde foi utilizada uma Canon EOS 30D, devidamente posicionada em um suporte de madeira. Esse método, no entanto, expõe muito o equipamento às condições climáticas e aos danos que animais mais curioso possam causar.

Com o tempo, os equipamentos foram aprimorados e tornaram-se cada vez mais populares, sendo fabricados vários modelos próprios para a função, com sensores, flash e câmera embutidos em um único dispositivo, proporcionando grande versatilidade. Elas adaptam-se facilmente às diferentes condições climáticas e objetivos de estudo. É possível inclusive encontrar alguns modelos camuflados, para uma interação mais discreta com o ambiente.

Em 2010, a BBC Wildlife Magazine, revista bimestral sobre meio-ambiente, em parceria com a ONG World Land Trust promoveram um concurso com fotos tiradas com armadilhas fotográficas. Foram enviadas imagens de vários países. O vencedor foi Mark Rayan Darmaraj com seu retrato de dois tigres na Malásia curiosos com o aparato.

As armadilhas proporcionam muitas vezes imagens inusitadas e até engraçadas, como o raro confronto entre um leão africano e um chacal-de-dorso-negro, registrado em 2011, na Namíbia, por Ken Stratford. O leão, sem perceber, senta em cima do chacal, que, apesar de ser muito menor, reage de forma agressiva e chega até a morder a juba do leão.

Ainda em 2011, foi realizado o primeiro estudo global de armadilhas fotográficas para mamíferos, responsável por documentar 105 espécies em cerca de 52 mil imagens em sete áreas protegidas nas Américas, África e Ásia.

Fontes:

DA SILVA, Mariana. Armadilhas Fotográficas. Fotografia Científica

Leão senta em chacal, que se irrita e morde juba. BBC

Concurso premia fotos tiradas com armadilhas fotográficas. BBC

Estudo inédito com armadilha fotográfica registra 52 mil imagens que permitem traçar a primeira análise global sobre o declínio de populações de mamíferos. Conservation International

http://goo.gl/yoPLC

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