A POLÊMICA COM O COMERCIAL DA LEICA

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Praça da Paz Celestial, Jeff Widener, 1989

Vídeo “The Hunt” criado por agência brasileira gerou reações na China e destaque na imprensa mundial

Fhox/News/Leo Saldanha

A palavra Leica foi banida das redes sociais chinesas após a polêmica com o comercial The Hunt. O vídeo acabou circulando na internet daquele país e gerou mal-estar por lá, vide https://reut.rs/2PoTXnO .

O motivo é um trecho da propaganda que mostra um fotógrafo cobrindo os protestos na Praça da Paz Celestial (Tiananmen). Um momento que resultou na histórica e icônica foto de um homem sozinho parado na frente de tanques de guerra.

Um fato que ocorreu em 1989 e gerou uma das fotos mais marcantes do fotojornalismo mundial.

No vídeo, o fotógrafo se esconde, foge de policiais chineses e retrata a famosa imagem que acabou como símbolo dos protestos.

Na China a propaganda não foi bem recebida, com direito a hashtag #LeicainsultingChina compartilhada na rede social Weibo. Na conta da marca nessa rede social chinesa foram diversos comentários criticando a Leica pelo vídeo.

Vale destacar que o vídeo também foi celebrado por ativistas chineses e participantes dos protestos. O antigo líder estudantil envolvido nos protestos, Zhou Fengsuo, disse que o vídeo “capturou o espírito dos eventos ocorridos há 30 anos”. Ele disse ainda que ficou emocionado ao assistir The Hunt.

Em outra partes do mundo, The Hunt foi muito bem recebido. Inclusive aqui no Brasil. Tanto é verdade que no site da FHOX ficou entre as notícias mais lidas da última semana. Até mesmo na China parte dos usuários comemoraram a propaganda dizendo que a produção é ousada. A Leica foi procurada por vários meios de comunicação como a Reuters e outros sites de notícias.

O porta-voz da Leica, Emily Anderson, respondeu ao portal South China Morning Post (Hong Kong) dizendo que o vídeo não era um filme oficial de marketing da empresa.

“A Leica Camera AG deve, portanto, distanciar-se do conteúdo mostrado no vídeo e lamenta qualquer mal-entendido ou conclusões falsas que possam ter sido tiradas”, disse ela por e-mail, acrescentando que a empresa tomou medidas para não compartilhar o filme em canais de mídia social da Leica (segundo informações do site Epoch Times).

A produção do vídeo é da agência de publicidade F/Nazca Saatchi & Saatchi e compartilhado na conta oficial do Twitter da agência. A repercussão do “The Hunt” foi tamanha que chegou até na parceira da marca na China.

A fabricante de smartphones Huawei se recusou a comentar sobre o filme. Usuários chineses pediram um posicionamento da marca sobre o assunto. Lembrando que empresas como a Snapchat e outras acaram proibidas de trabalhar na China devido a questões variadas que envolvem políticas de privacidade de dados e outros pontos. Outras marcas famosas já tiveram situações delicadas devido a posições políticas em publicações caso da Delta Airlines e a Muji.

Difícil dizer essa ocorrência vai prejudicar a Leica e as vendas de suas câmeras sofisticadas naquele país. Lembrando que a China conta com um crescente número de novos milionários e que o mercado de luxo segue crescente naquele país. Outro ponto complexo de avaliar é se haverá impacto na relação entre Huawei e Leica.

A aliança das duas marcas se mostrou uma das mais acertadas e certamente ajudou a Huawei a passar a Apple só ficando atrás da Samsung em número de unidades vendidas de smartphone no mundo. Inegável é que a peça publicitária é realmente poderosa.

Basta notar que o filme foi reproduzido em alguns dos principais sites de fotografia do mundo. Caso do Petapixel, além de também ter sido celebrado em portais de publicidade.

A DPreview também destacou uma curiosidade. “A famosa imagem de ‘Tank Man’ foi capturada com uma câmera Nikon FE2 usando uma lente Nikkor 400mm 5.6 ED-IF e TC-301 filme colorido Fuji 100. O clique de Jeff Widener acabou entrando para a história como uma das fotografia mais importantes de todos os tempos.

Fonte: https://bit.ly/2VmoSqk

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