A FOTOGRAFIA NORTE-AMERICANA

em História da Fotografia.

1945. A bandeira americana em Iwo Jima. Joe Rosenthal

 A maioria dos norte-americanos pensa no século
XX como um século norte americano, e com boas razões. Foi o período em que os
Estados Unidos cresceram economicamente e politicamente para dominar a cena
mundial.

Foi também o período em que a fotografia floresceu profissionalmente, enquanto a arte, e para os amadores, por isso talvez não devêssemos ficar muito surpresos de que os norte americanos tende a pensar que a fotografia pertença a eles. C

omo escreveu a historiadora (norte americana) da arte Gretchen Garner em seu excelente livro Disappearing Witness, “na maior parte do século XX, a fotografia floresceu com mais força nos Estados Unidos”.

Nos primeiros dois terços, até
aproximadamente o início dos anos 1970, a maioria das pessoas achava que a
fotografia tinha uma só tarefa, documentar.

Ela mostrava ao público coo as coisas se pareciam, como as pessoas se pareciam e se comportavam e o desdobramento dos eventos no cenário mundial e em cenas de rua comuns.

Às vezes, os fotógrafos idealizaram, inventaram, até distorceram a verdade, mas em linhas gerais continuavam a mesma direção: fazendo um registro visual e do mundo. Porém, as coisas mudaram quando a fotografia descobriu o pós-modernismo nos anos 1970, mais ainda com a digital e a banda larga.

A questão é que a fotografia
encontrou seu papel documental quando os Estados Unidos estavam florescendo,
resultando de uma relação que deu certo.

Além disso, a fotografia dos estados unidos foi também apoiada e dirigida por organizações não midiáticas. Uma das mais poderosas em sua época foi a Fram Security Administration, que nos 1930 contratou fotógrafos como Dorethea Lange, Walker Evans e Bem Shahn para documentar a Depressão nas áreas rurais.

Novamente nos anos 1960 veio a National Endowment for the Arts, com bolsas para fotógrafos engajados no mundo acadêmico das artes. Muitos milhares de dólares foram desembolsados assim nos anos 1970. Essa também foi à época em que o Museu de Arte Moderna começou a ter grande influência sob a nova curadoria de fotografia de Jhon Szarkowski, e a combinação de dinheiro e aprovação oficial fez com que a fotografia norte americana começasse a ser moldada e suportada de modo organizacional.

Em contraste, considere o papel do equivalente Britânico, Tate Modern, muito menos eficiente e confiante, que teve sua primeira exibição de fotografia em 2003, três décadas depois! Nos Estados Unidos nos anos 1970, escritores de fora da área, como Susan Sontag, entraram no debate, não demorando para que surgisse toda uma série de cursos de graduação em fotografia nas universidades.

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